- Brasil busca se consolidar como hub global de logística, com foco no avanço da infraestrutura, segundo o secretário-executivo do Ministério de Portos, Diogo Piloni.
- O país tem potencial para ser referência mundial em transporte e logística, devido à localização estratégica e ao crescimento econômico.
- Investimentos têm priorizado infraestrutura portuária, aeroportuária e rodoviária, além de ampliar a capacidade de transporte de cargas.
- Desafios incluem modernização de portos e aeroportos, além de investimentos em tecnologia e inovação para competir com os principais centros logísticos.
- Parcerias público-privadas e investimentos estrangeiros são vistos como essenciais para atrair capital e ampliar a participação do Brasil no comércio internacional, gerando empregos e renda.
O Brasil busca se tornar um hub global de logística, com ênfase no avanço da infraestrutura. O objetivo foi destacado pelo secretário-executivo do Ministério de Portos, Diogo Piloni, em entrevista ao jornal Comunhão. Perspectiva: referência mundial em transporte e logística.
Segundo Piloni, o país trabalha para ampliar a capacidade de movimentação de cargas por portos, aeroportos e rodovias. O plano é criar uma logística integrada, eficiente e sustentável para atender ao mercado global.
O secretário reconhece que a modernização de portos e aeroportos é essencial, e aponta a necessidade de tecnologia e inovação. Ele afirma que o Brasil precisa competir com os principais centros logísticos do mundo.
Parcela do impulso virá de parcerias público-privadas e de investimentos estrangeiros. Piloni afirma que o país tem potencial para atrair capital internacional e consolidar-se como referência no setor.
Avanços e desafios
Com os investimentos, a expectativa é ampliar a participação brasileira no comércio internacional, gerar empregos e aumentar a renda. A atuação visa fortalecer a infraestrutura de modo competitivo.
O entorno regulatório e a eficiência logística são citados como pontos-chave para atrair investidores. O secretário enfatiza que esse conjunto de ações é decisivo para o resultado pretendido.
Piloni afirmou que a visão do governo é de longo prazo, mantendo o Brasil entre as referências globais em logística. O foco permanece em conectividade, redução de custos e melhoria da capacidade de transporte de cargas.
A reportagem apura que o avanço depende de ações coordenadas entre setor público e privado, além de recursos para modernização de ativos existentes. O objetivo é criar um ecossistema logístico mais ágil.
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