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Vale registra prejuízo líquido de US$ 3,8 bi no 4º trimestre

Prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no quarto trimestre, impactado por impairments de US$ 3,5 bilhões em níquel; lucro proforma sobe 68%

No ano de 2025, a Vale registrou lucro líquido de US$ 2,35 bilhões
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  • A Vale registrou prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no quarto trimestre de 2025, impactado por baixas contábeis de US$ 3,5 bilhões em ativos de níquel e por um impairment de US$ 2,8 bilhões em imposto diferido.
  • Excluindo itens não recorrentes, o lucro líquido pro forma foi de US$ 1,5 bilhão no trimestre, alta de 68% ante o quarto trimestre de 2024.
  • O Ebitda ajustado somou US$ 4,6 bilhões entre outubro e dezembro, enquanto a receita líquida de vendas atingiu US$ 11,06 bilhões e a produção ficou em 90,4 milhões de toneladas.
  • Em 2025, a Vale teve lucro líquido de US$ 2,35 bilhões; o lucro líquido pro forma subiu 28%, para US$ 7,8 bilhões, com produção de ferro atingindo 336,1 milhões de toneladas (alta de 2,6%).
  • A dívida líquida no fim do quarto trimestre foi US$ 11,2 bilhões, enquanto a dívida líquida expandida somou US$ 15,6 bilhões, representando queda de 5% frente dezembro de 2024, impulsionada pela geração de caixa.

A Vale reportou prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no quarto trimestre de 2025, frente prejuízo de US$ 0,694 bilhão no mesmo período de 2024. O resultado foi impactado por baixas contábeis, mesmo com desempenho sólido de minério de ferro e cobre.

A empresa apontou impairments de US$ 3,5 bilhões nos ativos de níquel da Vale Base Metals no Canadá, após revisão de premissas de preço. Também houve baixa de US$ 2,8 bilhões em imposto diferido de subsidiárias.

Ao excluir itens não recorrentes, o lucro líquido pro forma ficou em US$ 1,5 bilhão no 4º tri, alta de 68% ante o mesmo período de 2024, impulsionado pelo EBITDA pro forma e por swaps cambiais.

O EBITDA ajustado somou US$ 4,6 bilhões entre outubro e dezembro, frente US$ 3,8 bilhões no 4º tri de 2024. Receita líquida de vendas foi US$ 11,06 bilhões, crescimento de 9%.

A produção no 4º tri alcançou 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% frente ao ano anterior, puxada pela mina Brucutu e pelo ramp-up de Capanema e VGR1.

No fim de 2025, a dívida líquida ficou em US$ 11,2 bilhões, aumento de 7% ante o 4º tri de 2024. A dívida líquida expandida totalizou US$ 15,6 bilhões, queda de 5% na comparação anual.

No acumulado do ano, a Vale registrou lucro líquido de US$ 2,35 bilhões, queda de 62% ante 2024. O lucro líquido pro forma subiu 28%, para US$ 7,8 bilhões, com produção de minério de ferro em 336,1 milhões de toneladas.

A produção anual de minério de ferro subiu 2,6% em 2025, superando pela primeira vez desde 2018 a Rio Tinto em Pilbara. A empresa destacou maior confiabilidade de ativos e ramp-up de projetos como Capanema, Vargem Grande e Onça Puma.

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