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Justiça decide sobre leilão da mansão de Ana Hickmann e Alexandre Correa

Justiça suspende leilão da mansão de Ana Hickmann e Alexandre Correa após embargos da defesa; credora tenta retomar a venda por Agravo de Instrumento

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  • A Justiça de São Paulo suspendeu, por decisão liminar, o leilão da mansão de Ana Hickmann e Alexandre Correa, avaliada em cerca de R$ 35 milhões, após embargos da defesa da apresentadora.
  • A suspensão foi confirmada pela empresa leiloeira Biasi Leilões, deixando a venda em pausa até a análise do mérito do recurso.
  • A credora Danielle Murayama Fujisaki acionou um Agravo de Instrumento para derrubar a suspensão e retomar o leilão, argumentando que a interrupção não estaria bem justificada.
  • Segundo ela, a mansão seria copropriedade, mas apenas a parte de Ana estaria garantida pela dívida, o que facilitaria a execução sobre a parte correspondente ao devedor.
  • Danielle também citou que o Banco Daycoval, titular da alienação do imóvel, já teria se manifestado no processo e não se posicionaria contra o leilão, além de afirmar que adiar pode desvalorizar o bem.

O leilão da mansão avaliada em cerca de 35 milhões de reais, pertencente a Ana Hickmann e Alexandre Correa, foi suspenso pela Justiça de São Paulo. A decisão ocorreu após embargos apresentados pela defesa da apresentadora, na cidade de Itu, interior de SP.

A liminar impede que a venda prossiga até o julgamento do recurso. A Biasi Leilões confirmou a suspensão ao portal Metrópoles. A defesa argumenta que há questões ainda a serem analisadas pelo juiz.

A credora Danielle Murayama Fujisaki busca reverter a decisão. Ela ajuizou Agravo de Instrumento para retomar o leilão, alegando que a suspensão estaria inadequadamente embasada. Danielle sustenta que a mansão seria copropriedade do casal, mas apenas a parte de Correa serviria como garantia da dívida.

Segundo a credora, o Banco Daycoval, segundo ela, não se manifestou contra o leilão e manteria o imóvel sob alienação. O recurso também aponta que adiar o leilão pode desvalorizar o bem de alto padrão, o que, na visão dela, prejudicaria o valor de venda.

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