- FIIs de tijolo dominaram as carteiras recomendadas de corretoras e bancos em março, segundo levantamento da InvestNews.
- A preferência está ligada à expectativa de queda da Selic, que pode favorecer imóveis e fundos que investem nesses ativos.
- Os fundos recomendados costumam ter carteiras diversificadas de imóveis comerciais, residenciais e logísticos, visando rentabilidade estável e gestão de risco.
- Transparência e liquidez do segmento ajudam a atrair investidores institucionais e pessoas físicas.
- Com juros mais baixos, o mercado imobiliário deve continuar atraente, mantendo os tijolo entre as principais opções de recomendação.
Os fundos imobiliários (FIIs) de tijolo dominaram as carteiras recomendadas de corretoras e bancos para março. A reportagem do InvestNews aponta que a preferência ocorre em meio à perspectiva de queda de juros no Brasil.
Os FIIs de tijolo concentram as escolhas de instituições financeiras para compor suas recomendações, refletindo a crença de que imóveis receberão impulso com juros menores. A lógica é que custos de financiamento mais baixos estimulam o mercado.
A tendência ocorre com o cenário macroeconômico, já que a expectativa é de redução da taxa Selic. Investidores veem maior atratividade em ativos imobiliários que oferecem renda e possibilidade de valorização de ativos.
Perfil dos fundos recomendados
As recomendações costumam favorecer carteiras com imóveis comerciais, residenciais e logísticos. A transparência, a liquidez e a gestão de risco são fatores determinantes na seleção, aliados à diversificação geográfica e setorial.
O recorte por tijolo é visto como mais estável, especialmente para investidores institucionais e pessoas físicas que buscam renda recorrente. Com isso, os fundos de tijolo seguem como opção dominante entre as recomendações.
Perspectivas para o mercado imobiliário
Caso as condições de juros permaneçam favoráveis, o mercado imobiliário deve manter o interesse de investidores em ativos de renda. Os FIIs de tijolo aparecem como escolha relevante para exposição ao setor no curto e médio prazo.
A continuidade desse cenário dependerá de dados macro e da condução da política monetária. As instituições acompanham indicadores de inflação, câmbio e atividade econômica para ajustar as recomendações.
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