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Victoria’s Secret projeta receita acima do esperado e ações sobem 11%

Receita anual prevista acima do esperado: pelo menos US$ 6,85 bilhões, com ações da Victoria’s Secret em alta de 11% no ano

Ações da Victoria’s Secret disparam
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  • Victoria’s Secret prevê receita de pelo menos US$ 6,85 bilhões no ano fiscal atual, acima da média de US$ 6,77 bilhões esperada por analistas.
  • A projeção representa o maior patamar desde a separação da L Brands, quando a empresa passou a ser independente.
  • Ação da varejista subiu 11% neste ano, com ganho acumulado desde o ponto mais baixo do ano passado.
  • A CEO Hillary Super prioriza sutiãs, a linha Pink para consumidoras mais jovens e a expansão do negócio de beleza.
  • A empresa busca acelerar lançamentos de produtos e reduzir a dependência de remarcações, após três trimestres de crescimento de receita.

A Victoria’s Secret projeta um ano fiscal mais forte do que o previsto pelo mercado. A varejista de lingeries estima receita líquida de pelo menos US$ 6,85 bilhões, acima da média de US$ 6,77 bilhões apontada por analistas da Bloomberg. O crescimento seria o mais alto em sete anos.

A empresa aponta que a recuperação vem após um período de queda e aumento da competição. A CEO Hillary Super lidera o reposicionamento, com foco em sutiãs e na linha Pink voltada a consumidoras mais jovens. Além disso, há esforços para ampliar o segmento de beleza.

A Victoria’s Secret encerrou três trimestres com crescimento de receita. O resultado mais recente superou again as expectativas, com ganhos impulsionados pela retomada de demanda e pela reestruturação do portfólio. A ação da varejista tem ganhado fôlego desde o ano passado.

Desempenho de ações e contexto estratégico

As ações da Victoria’s Secret avançaram 11% neste ano e chegaram a valorizar mais de quatro vezes desde o nadir de abril do ano passado. O desempenho supera o índice Russell 2000, no qual a empresa é cotada. A movimentação ocorre em meio a ajustes de governança.

A Bath & Body Works se tornou a empresa propulsionada pela cisão de 2021, quando a Victoria’s Secret passou a operar como entidade independente. Investidores acompanham as mudanças do conselho e da estratégia que visam ampliar margens e reduzir dependência de remarcações.

A companhia busca expandir o negócio de beleza e acelerar o desenvolvimento de produtos. As metas indicam intenção de reduzir a dependência de lançamentos pontuais e fortalecer o portfólio em segmentos com maior retorno. Dados completos devem ser apresentados pela empresa em breve.

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