- A Comissão de Valores Mobiliários autorizou a venda da Companhia Brasileira de Alumínio a Chinalco e Rio Tinto, avaliada em mais de R$ 10 bilhões.
- A operação depende ainda de aprovações regulatórias na China, Alemanha, Coreia do Sul e Uruguai antes do fechamento.
- A venda foi aprovada pelo Cade, após análise do caso, e prevê a saída da CBA da Bolsa de Valores de São Paulo (B3).
- A CBA, controlada pela Votorantim, passará para o controle das adquirentes, fortalecendo presença internacional no setor.
- A produção da CBA é de cerca de 300 mil toneladas por ano, com operações em Minas Gerais.
A CVM autorizou a venda da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) para a Chinalco e a Rio Tinto, por mais de R$ 10 bilhões. A operação envolve a saída da CBA da B3 e depende de aprovações regulatórias internacionais para ser concluída.
A transação recebeu parecer favorável do Cade, após avaliação da operação. O acordo transfere o controle acionário da CBA para as duas empresas estrangeiras, fortalecendo a presença internacional das adquirentes no mercado de alumínio.
A CBA, com operações em Minas Gerais, tem capacidade de produção de cerca de 300 mil toneladas por ano. A conclusão do negócio depende de autorizações na China, Alemanha, Coreia do Sul e Uruguai, além de outros trâmites regulatórios.
Aprovações regulatórias
As aprovações em órgãos internacionais são consideradas cruciais para o fechamento. O negócio envolve a retirada da CBA da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e a reconfiguração do controle acionário entre as empresas compradores.
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