- 48% dos entrevistados dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses; entre eleitores independentes, esse percentual é 50%.
- 41% acreditam que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses, enquanto 34% dizem que vai piorar.
- No conjunto, 58% avaliam que o preço dos alimentos subiu; 16% dizem que caiu e 24% que ficou igual.
- 64% afirmam que conseguem comprar menos do que um ano atrás, 14% conseguem comprar mais e 21% não houve mudança.
- No mercado de trabalho, 50% acham que está mais difícil conseguir emprego, e 40% dizem que está mais fácil.
A Quaest divulgou nesta quarta-feira (11) dados de uma pesquisa realizada entre 6 e 9 de março, encomendada pela Genial Investimentos. O estudo ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais e aponta que 48% dos entrevistados avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses. O índice era 43% em janeiro e fevereiro.
Outros 24% disseram que a economia melhorou, enquanto 26% acreditam que ficou do mesmo jeito. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Expectativas para o futuro da economia
Entre os eleitores independentes, que respondem por 32% do eleitorado, 50% consideram que a economia vai piorar nos próximos 12 meses. A visão menos otimista acompanha a tendência geral, com 41% esperando melhora e 34% prevendo piora.
- Vai melhorar: 41% (em fevereiro eram 43%)
- Vai piorar: 34% (eram 29%)
- Vai permanecer: 21% (eram 24%)
Preço dos alimentos e poder de compra
Sobre o preço dos alimentos, 58% afirmam que subiu, 24% que ficou estável e 16% que caiu. Em relação ao poder de compra, 64% dizem que conseguem comprar menos que há um ano, 14% afirmam comprar mais e 21% notam pouca diferença.
Mercado de trabalho
Na percepção sobre o mercado de trabalho, 50% enxergam maior dificuldade para conseguir emprego, enquanto 40% relatam que está mais fácil. Os demais 10% consideram o panorama estável ou não responderam.
Detalhes metodológicos e contexto
O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e foi realizado com 2.004 pessoas a partir de 16 anos. A margem de confiança indicada é de 95%.
Sobre o significado dos dados
A pesquisa aponta um ambiente econômico com menor otimismo em ano eleitoral, com impactos por grupo de eleitores e expectativas para o próximo ano. Os dados são úteis para entender percepções públicas sobre renda, consumo e emprego.
Entre na conversa da comunidade