- O ministro Guilherme Boulos (PSOL-SP) disse em vídeo que a repercussão sobre a criação de preço mínimo para corridas e entregas é “fake news”.
- Segundo ele, o objetivo do governo é garantir remuneração justa a motoristas e entregadores, o que incluiria o aumento das taxas mínimas de entrega, de R$ 7,50 para R$ 10.
- A postagem recebeu uma nota da comunidade na rede X dizendo que Boulos classifica como “fake news” um princípio básico da economia.
- A nota cita a teoria econômica que mostra como o aumento de custo de produção pode repassar ao preço final, afetando consumidor, empresas e empregos.
- Boulos tem usado o tema dos aplicativos como uma das bandeiras do governo, comparando a regulamentação do setor à redução da jornada de trabalho sem corte salarial, em ano eleitoral.
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou em vídeo divulgado nesta quinta-feira que a repercussão sobre a proposta de fixar um preço mínimo para corridas e entregas é fake news. Ele diz que a ideia é garantir remuneração justa a motoristas e entregadores, sem confirmar a criação de novas taxas ao consumidor.
Boulos nega que o governo defenda cobrança direta ao usuário e classifica as críticas como terrorismo político contra a gestão. A publicação também sugere que a elevação do valor mínimo de entrega de 7,50 para 10 reais seria alvo de desinformação segundo a leitura dele.
Contexto da pauta
A matéria aborda a intenção do governo de regulamentar o setor de aplicativos, com foco em remuneração de profissionais. O tema é visto como uma das bandeiras do governo em ano eleitoral, segundo aponto autoridades próximas à pauta.
Desdobramentos e repercussão
Na rede X, a comunidade associada à postagem acrescentou uma nota que diz que Boulos classifica como fake news um princípio básico da economia. A assessoria de comunicação de Boulos não respondeu até o momento se haverá comentário oficial.
O governo aposta na pauta para marcar posição frente ao que considera comportamento de grandes plataformas. Em meses recentes, o tema tem sido alvo de críticas de setores que defendem maior proteção aos entregadores e motoristas.
Contexto político
A agência pública tem acompanhado o uso de termos como fake news para defender medidas do governo. O vice-presidente Geraldo Alckmin já recorreu a expressão em outras ocasiões ao enfrentar críticas a políticas de tributação e regulações setoriais.
A reportagem não localizou respostas adicionais da assessoria de Boulos até o fechamento deste texto. O material a seguir permanece sujeito a confirmação oficial.
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