- A DiDi Global, dona da 99, registrou prejuízo líquido de US$ 1,6 bilhão no último trimestre, frente lucro de US$ 837 milhões no mesmo período do ano anterior.
- A receita caiu 36%, para US$ 4,4 bilhões, por conta da desaceleração do mercado chinês e saída de alguns mercados internacionais.
- A empresa atribui o resultado à expansão internacional e ao aumento de investimentos em áreas como veículos autônomos e mobilidade elétrica, mirando maior rentabilidade nas operações na China.
- A DiDi afirmou que continuará investindo em inovação e expansão global, e está em processo de reestruturação para melhorar eficiência operacional e reduzir custos.
- Enfrenta desafios regulatórios na China, incluindo suspensão de novos registros e investigação regulatória, o que levou à retirada de sua aplicação de transporte na China continental, mantendo presença em mercados como América Latina, Austrália e Japão; planeja abrir capital na Bolsa de Nova York após deixar a Bolsa de Hong Kong.
A DiDi Global, controladora da 99, registrou prejuízo líquido de US$ 1,6 bilhão no último trimestre, frente a lucro de US$ 837 milhões no mesmo período do ano anterior. A receita caiu 36%, para US$ 4,4 bilhões, em função da desaceleração no mercado chinês e da saída de alguns mercados internacionais.
A empresa atribui o resultado à estratégia de expansão internacional e ao aumento de investimentos em áreas como veículos autônomos e mobilidade elétrica. A gestão também informou que vai priorizar a rentabilidade das operações na China, onde concentra a maior parte de sua receita.
A DiDi permanece em processo de reestruturação para reduzir custos e melhorar eficiência operacional. Mesmo diante dos desafios regulatórios na China, a companhia segue com presença em mercados internacionais, incluindo América Latina, Austrália e Japão.
Expansão, captação de recursos e regulação
A companhia planeja abrir o capital na Bolsa de Nova York, após deixar a Bolsa de Hong Kong, para captar recursos e sustentar o crescimento global. Fundada em 2012, a DiDi é uma das maiores plataformas de transporte por aplicativo, com atuação em dezenas de países e milhões de usuários ativos.
O momento atual é de transição, buscando equilibrar investimentos em inovação com a melhoria da rentabilidade e a conformidade regulatória, segundo a empresa.
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