- Os pagamentos do Bolsa Família de março começam em 18 de março, com o calendário escalonado conforme o final do NIS.
- Beneficiários com NIS final 1 recebem no dia 18; o escalonamento segue até 31 de março, com datas específicas para cada final de NIS.
- 46 cidades de 14 estados com condição de emergência ou calamidade pública também terão acesso ao benefício naquela data.
- O valor mínimo por família é de 600 reais, com o valor médio estimado em cerca de 690 reais devido aos adicionais.
- Lembrando os adicionais: seis parcelas de 50 reais para mães de bebês até seis meses, 50 reais para gestantes, 50 reais por filho de 7 a 18 anos e 150 reais por criança até seis anos.
O Bolsa Família terá pagamentos em março iniciando nesta semana, na quarta-feira, 18. Os repasses seguirão calendário escalonado conforme o final do NIS, com atendimentos também para famílias localizadas em municípios em situação de emergência ou calamidade pública.
O valor mínimo por família é de 600 reais. Com adicionais previstos, a média recebida sobe para aproximadamente 690 reais. Entre os adicionais estão o Benefício Variável Familiar Nutriz, de 50 reais por bebê de até seis meses, e complementos de 50 reais para gestantes e para cada filho de 7 a 18 anos; famílias com crianças de até 6 anos recebem ainda 150 reais por criança.
Calendário de pagamentos em março
Final do NIS 1: 18 de março
Final do NIS 2: 19 de março
Final do NIS 3: 20 de março
Final do NIS 4: 23 de março
Final do NIS 5: 24 de março
Final do NIS 6: 25 de março
Final do NIS 7: 26 de março
Final do NIS 8: 27 de março
Final do NIS 9: 30 de março
Final do NIS 0: 31 de março
Quem tem direito ao Bolsa Família é definido pela renda familiar. A renda mensal por pessoa não pode exceder 218 reais. O cálculo começa com o Benefício de Renda de Cidadania, de 142 reais por integrante, somando-se os adicionais para crianças, gestantes e adolescentes.
Dados do ministério apontam que, em dezembro de 2025, o valor médio pago foi de 691,37 reais por família no Brasil. Também foi informado o desligamento de cerca de 2 milhões de pessoas do programa após o aumento de renda.
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