- Magazine Luiza encerrou o ano de 2025 com caixa de oito bilhões de reais e dívida bruta de quatro vírgula nove bilhões de reais, resultando em caixa líquido ajustado de três bilhões e cem milhões de reais.
- A desalavancagem avançou: o caixa aumentou e a dívida recuou, segundo o CFO Roberto Bellissimo.
- O plano é continuar amortizando a dívida com a geração de caixa, mantendo o caixa alto.
- As lojas físicas cresceram oito vírgula sete por cento no último trimestre, passando de vinte bilhões de reais em vendas anuais.
- A estratégia busca fortalecer as finanças da empresa após sinais de melhoria no ciclo de desalavancagem.
O Magazine Luiza encerrou 2025 com caixa total de 8 bilhões de reais e dívida bruta de 4,9 bilhões. O resultado aponta para um caixa líquido ajustado de 3,1 bilhões, sinalizando continuidade na desalavancagem iniciada nos últimos anos.
Em entrevista à Bloomberg Línea, o CFO Roberto Bellissimo detalhou a estratégia por trás dos números. Ele afirmou que o objetivo é manter o crescimento do caixa ao mesmo tempo em que a dívida é reduzida, seguindo com amortizações a partir da geração de caixa da empresa.
A notícia de fundo aponta que, ao fim de 2025, as lojas físicas passaram por crescimento de 8,7% no último trimestre, totalizando mais de 1.2 mil unidades em 20 estados. A varejista encerrou o ano com mais de 20 bilhões de reais em vendas anuais e manteve o foco na eficiência do capital.
Desempenho e planos futuros
Segundo Bellissimo, o ciclo de desalavancagem já mostra resultados positivos, com o caixa crescendo enquanto a dívida é gradually reduzida. A companhia pretende manter esse ritmo, apostando na geração de caixa para sustentar novas amortizações.
A reportagem da Bloomberg Línea ressalta que os números refletem o movimento de melhoria financeira, acompanhando a expansão de lojas e a recuperação de margens. A companhia não divulgou novas metas oficiais ainda, apenas a continuidade da estratégia de deleitação de endividamento.
A leitura do mercado aponta a relevância do momento para o papel da empresa no setor de varejo, com o ambiente de juros e consumo influenciando decisões de investimento. A Bloomberg Línea mantém o acompanhamento dos desdobramentos ao longo de 2026.
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