- O INSS suspendeu a oferta de empréstimos consignados para beneficiários, medida que entrou em vigor na última semana.
- O CEO do C6 Bank, João Silva, critica a decisão, dizendo que a suspensão prejudica os segurados e não condiz com o mercado.
- Silva afirma que a suspensão foi abrupta e sem diálogo prévio, e que o banco está à disposição para esclarecer dúvidas.
- O executivo negou irregularidades na concessão de empréstimos pelo C6 Bank, afirmando que operações seguem normas do Banco Central e do INSS.
- O banco avalia alternativas para oferecer crédito aos beneficiários do INSS, mantendo seu compromisso com transparência e ética.
O INSS suspendeu na última semana a oferta de empréstimos consignados para beneficiários do instituto. O movimento foi contestado pelo CEO do C6 Bank, João Silva, que aponta impactos diretos aos segurados e ao mercado financeiro. A medida gerou questionamentos sobre diálogo e previsibilidade.
Silva afirmou que a suspensão foi abrupta e ocorreu sem diálogo prévio, gerando insegurança entre clientes e a instituição. O CEO disse estar à disposição para esclarecer dúvidas e colaborar com o INSS para evitar prejuízos aos beneficiários.
O executivo negou irregularidades na concessão de crédito pelo C6 Bank, reafirmando que as operações seguem normas do Banco Central e do INSS. A instituição também informou que avalia alternativas de crédito para os beneficiários, sem comprometer direitos.
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Afastam-se as mudanças para milhares de beneficiários que dependem do consignado como opção de financiamento. O INSS justificou a suspensão com base em irregularidades na contratação e na cobrança de taxas, conforme divulgado pela própria autarquia.
O C6 Bank afirmou manter o compromisso com transparência e ética, reforçando que continua buscando caminhos para oferecer opções seguras de crédito aos beneficiários do INSS. A instituição disse que seguirá em diálogo com as autoridades competentes.
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