- Haddad afirma que o governo atuou corretamente sobre os combustíveis até aqui, durante encontro em que oficializa a pré-candidatura ao governo de São Paulo.
- Medidas recentes visam conter a elevação de preços por causa da guerra no Irã: isenção de tributos federais sobre o diesel e redução do ICMS estadual.
- Haddad disse que o governo Lula pode arcar com cinquenta por cento do ICMS dos estados, com aumento da arrecadação de royalties de petróleo ajudando os estados.
- Segundo o ex-ministro, houve apenas aumento do diesel na Petrobras, compensado pela isenção do PIS/Cofins.
- A abordagem busca conter custos e apoiar estados diante do cenário internacional envolvendo Estados Unidos e conflitos.
Nos últimos dias, medidas foram adotadas pelo poder público para conter a alta dos preços dos combustíveis provocada pela escalada do petróleo após a guerra no Irã. O anúncio ocorreu durante um encontro com jornalistas, quando o ex-ministro Fernando Haddad oficializou sua pré-candidatura ao governo de São Paulo.
As ações incluem isenção de tributos federais sobre o diesel e proposta de redução do ICMS estadual. A finalidade é conter o repasse do preço do petróleo para o consumidor e evitar impactos maiores no bolso do cidadão.
Segundo Haddad, o governo federal pode arcar com até metade do ICMS dos estados, ajudando a estabilizar receitas regionais. Também mencionou que a alta recente nos royalties de petróleo deve beneficiar os estados. O aumento no diesel registrado pela Petrobras teria sido compensado pela isenção de PIS/Cofins.
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