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Ibovespa cai com aversão a risco dólar sobe a 5,29 com guerra no Oriente Médio

Mercados recuam com escalada no Oriente Médio; dólar sobe para R$ 5,29, Ibovespa cai e petróleo segue em alta, elevando riscos inflacionários

Movimento do índice brasileiro acompanha queda das bolsas no exterior e avanço dos juros americanos
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  • O Ibovespa caiu 1,68% por volta das 11h12, aos 177.235 pontos, em sessão negativa diante da aversão ao risco.
  • O petróleo permanece em alta desde o início do conflito, elevando preocupações inflacionárias e reduzindo espaço para cortes de juros.
  • O conflito no Oriente Médio se intensifica, com ataques do Irã a países do Golfo e risco de interrupções no Estreito de Ormuz.
  • O dólar abriu em alta de 1,41% frente ao real, cotado a R$ 5,29.
  • As bolsas internacionais também recuam, com o S&P 500 em trajetória de perdas, e rendimentos de Treasuries subindo.

O Ibovespa operava em queda nesta sexta-feira (19), com aversão ao risco impulsionada pela escalada do conflito no Oriente Médio. O recuo ocorre enquanto investidores reavaliam impactos sobre inflação e crescimento global.

Às 11h12, o Ibovespa caía 1,68%, aos 177.235 pontos. O dólar avançava no mercado interno, cotado a R$ 5,29, alta de 1,41% no mesmo horário.

O agravamento do conflito aumenta a pressão sobre ativos de risco e eleva as preocupações com custos de energia, afetando projeções de inflação e trajetória de juros.

No cenário externo, bolsas recuavam, e o S&P 500 caminhava para a quarta semana de quedas; rendimentos de Treasuries subiam, pressionando o valor relativo de ativos de risco.

O petróleo continua a trajetória de alta, com ganhos acumulados próximos de 50% desde o início do conflito, alimentando temores inflacionários e ampliando a incerteza sobre cortes de juros.

Mercados globais e petróleo

A intensificação dos ataques do Irã a países do Golfo aumenta o risco de interrupção no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo e o gás, contribuindo para a alta de preços e a volatilidade dos ativos.

Com informações da Bloomberg News.

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