- Petrobras afirma que o modelo de precificação adotado em 2023, com o “abrasileiramento” dos preços, evita o repasse imediato do nervosismo internacional aos consumidores.
- A diferença em relação à política de paridade de importação (PPI) é que há maior flexibilidade para suavizar oscilações externas e considerar custos nacionais.
- Segundo a Petrobras, essa diretriz pode trazer maior previsibilidade para os preços de diesel, gasolina e gás de cozinha.
- A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que o nervosismo do mercado internacional não será repassado ao Brasil, com ajustes de preços conforme a necessidade.
- A fala ocorreu durante anúncio de investimento na Refinaria Gabriel Passos, em Minas Gerais, em contexto de tensões no Oriente Médio que afetam o petróleo.
O presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta sexta-feira 20 de março de 2026, durante visita à Refinaria Gabriel Passos, em Minas Gerais, que o ajuste de preços dos combustíveis não será impactado pelo nervosismo do mercado externo. A estratégia busca abrasileirar os valores.
Segundo a estatal, o modelo adotado em 2023 difere da antiga Política de Paridade de Importação (PPI). A nova diretriz flexibiliza o alinhamento aos preços internacionais e ao câmbio, reduzindo repasses imediatos de oscilações externas para o consumidor.
A companhia sustenta que a abordagem favorece maior previsibilidade para diesel, gasolina e gás de cozinha, especialmente em períodos de volatilidade. Com isso, busca suavizar impactos de fatores geopolíticos sobre a inflação de combustíveis no mercado brasileiro.
Aqueles ajustes ocorrem em um cenário de tensões no Oriente Médio, que pressionam o preço do petróleo no mercado global. A Petrobras afirma que os custos nacionais passam a influenciar mais as definições de preço internamente.
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