- Sirena Gramado é um projeto de R$ 1,2 bilhão, em uma área de 205 hectares, com a entrega da primeira fase prevista para 2027.
- Narbona chega ao complexo como diferencial, oferecendo restaurante, espaço para eventos, produção de itens artesanais e condomínio em cerca de 12 hectares.
- Club Med será âncora internacional, integrando o ecossistema de entretenimento, hospitalidade e moradia no complexo.
- A primeira fase imobiliária prevê 20 vilas, com VGV estimado entre R$ 130 milhões e R$ 150 milhões, financiando o projeto por meio de capital próprio, grupo e venda de unidades.
- Atração inclui pista de esqui outdoor com tecnologia dry ski, investimento superior a R$ 250 milhões, destacando-se como motor de visitação.
O Sirena Gramado, projeto imobiliário de 1,2 bilhão de reais, avança com a chegada de Narbona ao interior gaúcho. A iniciativa une turismo, hospitalidade e moradia, contando com o Club Med como âncora internacional. A primeira fase tem entrega prevista para 2027.
Dody Sirena, CEO da DC Set Group, lidera o empreendimento ao lado da Star Ópera Incorporadora, controlada por Jaime Sirena. O objetivo é criar um destino integrado que gere fluxo de visitantes, valor imobiliário e experiência de alto padrão.
A área total do projeto soma 205 hectares, em Gramado. A estratégia aposta na sinergia entre atrações, residências e a unidade do Club Med, que terá operação própria dentro do complexo.
Em foco: Narbona e o diferencial
Narbona chega ao Sirena Gramado como elemento de diferenciação, com proposta que vai além de um restaurante. O espaço inclui área para eventos, produção de itens como doce de leite e iogurtes, além de um condomínio rural de 12 hectares, com casas em estilo de fazenda.
As residências, chamadas Estância Narbona, são construídas em pedra e madeira, com terrenos amplos e foco em segunda residência de público de alta renda. A arquitetura busca integrar o lifestyle rural ao entorno serrano.
“É um ecossistema conectado where todas as partes se fortalecem”, afirma o empresário. O conceito prevê que o entretenimento gere fluxo, o imobiliário capture valor e a hospitalidade sustente a experiência.
Estrutura financeira e cronograma
O financiamento não depende de uma única fonte. O modelo mistura capital próprio, participação de empresas do grupo e receitas advindas das vendas das unidades. A venda de imóveis deve sustentar fases seguintes do projeto.
Na área imobiliária, a primeira fase prevê uma vila com 20 vilas do Club Med, com tamanhos entre 347 e 406 metros quadrados. O Valor Geral de Vendas estimado fica entre 130 milhões e 150 milhões de reais.
O projeto prevê ainda uma pista de esqui outdoor com tecnologia dry ski, orçada em mais de 250 milhões de reais, prevista como atrativo permanente ao longo do ano.
Panorama da execução
A primeira fase tem previsão de entrega em julho de 2027. A gestão do empreendimento envolve a Star Ópera Incorporadora, atuando como base operacional para a execução imobiliária. Os responsáveis buscam reduzir riscos por meio de financiamento faseado.
Dody Sirena aponta que o modelo prevê geração de caixa contínua à medida que as fases avançam. A empreitada envolve parcerias estratégicas para transformar a ideia em realidade, com produto imobiliário alinhado ao posicionamento premium do complexo.
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