- Paulo Skaf, presidente da Fiesp, afirmou no CNN Talks que a prioridade é formalizar trabalhadores, citando 44 milhões sem carteira assinada, sendo 17 milhões totalmente informais.
- Ele disse que há outras prioridades antes da discussão sobre o fim da escala 6×1, como educação, segurança pública e jurídica.
- Skaf defendeu que a decisão sobre a escala ocorra a partir de 2027, citando a pressão eleitoral sobre deputados e senadores como entrave ao debate.
- O presidente da Fiesp destacou que a indústria está aberta ao diálogo, mas enfatizou a necessidade de cautela para evitar motivações estranhas.
- Luiz França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), afirmou que a mudança da escala pode aumentar o preço dos imóveis, dificultando a compra da casa própria.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, pediu foco na formalização de trabalhadores durante o CNN Talks, em São Paulo, nesta sexta-feira (20). Ele afirmou que esse tema deve anteceder o debate sobre a escala 6×1.
Segundo Skaf, 44 milhões de trabalhadores estão sem carteira assinada, sendo 17 milhões totalmente informais. Para ele, prever mudanças na escala sem antes resolver a formalização é arriscado, com impactos sobre a economia. Outras prioridades citadas incluem educação, segurança pública e segurança jurídica.
A indústria está aberta ao diálogo, mas o dirigente ressaltou que a pressão do ano eleitoral sobre deputados e senadores dificulta a discussão. Ele defendeu que as decisões ocorram a partir de 2027, com cautela e sem motivações estranhas, para evitar danos à economia.
Impactos na economia e no mercado imobiliário
Luiz França, presidente da Brainc, também participou do painel e endossou a visão da indústria. Ele argumentou que mudanças na escala podem elevar o preço dos imóveis, dificultando o acesso à casa própria para os brasileiros.
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