- Arrecadação federal em fevereiro atingiu R$ 222,1 bilhões, recorde para o mês na série histórica iniciada em 1995.
- Comparado a fevereiro de 2025, o total subiu 5,68% em termos reais.
- IOF impulsionou o resultado, somando R$ 8,7 bilhões, alta de 35,7% ante o mesmo mês do ano passado.
- PIS e Cofins somaram R$ 47,7 bilhões, alta de 8,45% influenciadas pela atividade do setor de serviços.
- No somatório do primeiro bimestre, a arrecadação totalizou R$ 550,1 bilhões, recorde na série histórica.
A arrecadação federal somou R$ 222,1 bilhões em fevereiro, segundo a Receita Federal. O resultado representa recorde para o mês na série histórica, iniciada em 1995. O índice de alta frente a fevereiro de 2025 foi de 5,68% em termos reais.
Receitas administradas pelo Fisco totalizaram R$ 215,2 bilhões no mês, com alta real de 6,17%. Outros órgãos responderam por R$ 7,19 bilhões, queda de 7,46% em relação a fevereiro do ano passado. O IOF contribuiu com R$ 8,7 bilhões, alta de 35,7%.
Entre os componentes, o IRRF sobre rendimentos de capital chegou a R$ 11,6 bilhões, elevação de 19,4% ante fevereiro de 2025, impulsionada por títulos de renda fixa (53,7%). O IPI passou de R$ 4,1 bilhões para R$ 4,5 bilhões ( +10,0%).
O Fisco aponta que mudanças macroeconômicas, incluindo o aumento das alíquotas do IOF em 2025, influenciam a arrecadação. Além disso, o setor de serviços elevou a arrecadação de PIS e Cofins, que somaram R$ 47,7 bilhões, alta de 8,45%.
Arrecadação no bimestre
No 1º bimestre de 2026, a arrecadação atingiu R$ 550,1 bilhões, ajustados pela inflação, número recorde desde 1995. O total do período avançou 4,4% frente ao mesmo intervalo de 2025.
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