- Um produtor brasileiro de Minas Gerais, na quarta geração, está vendendo a única plantação de café eugenioides no país, uma variedade ancestral da arábica.
- Ele busca alcançar até R$ 1 milhão por 10 sacas padronizadas de 60 quilos, como exemplo do potencial de valorização frente ao arábica.
- O preço atual do arábica está em torno de US$ 400 por saca; o café eugenioides é apresentado como um produto de nicho com sabor muito doce e sem amargor.
- Historicamente, o produtor vendia grãos para Taiwan, Arábia Saudita e outros mercados; no ano passado, ele comercializou três sacas por R$ 90 mil cada.
- A colheita de cinco hectares de eugenioides deve render apenas duas sacas por hectare, segundo ele, o que está muito abaixo do rendimento médio do arábica, que torna o cultivo sensível e de cultivo difícil.
Um produtor mineiro de café da quarta geração tenta ampliar as vendas da única plantação brasileira de eugenioides, café ancestral da arábica, com objetivo de vender até R$ 1 milhão em 10 sacas de 60 kg cada.
Alicar o preço alto se explica pela raridade e pelo sabor único. O proprietário Luiz Paulo Dias Pereira Filho diz que o grão é extremamente doce e quase não tem amargor, por ter cafeína baixa.
Historicamente, ele comercializa sacas para Taiwan e Arábia Saudita. No ano passado, vendeu três sacas por R$ 90 mil cada, segundo o produtor.
Os preços do arábica caíram este ano, ficando em torno de US$ 400 por saca, mas o eugenioides ainda atrai compradores por sua escassez. A produção é muito limitada e sensível a clima.
Pereira Filho comenta que a planta demanda manejo cuidadoso e pouca produtividade, estimando cerca de duas sacas por hectare em seus cinco hectares. O cultivo não passou por melhoramentos genéticos.
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