Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Constellation registra prejuízo de US$ 146,4 milhões em 2025

Constellation registra prejuízo contábil de US$ 146,4 milhões em 2025, mas mantém caixa de US$ 228 milhões e EBITDA ajustado de US$ 233 milhões

Plataforma de perfuração de petróleo
0:00
Carregando...
0:00
  • A Constellation Oil Services registrou prejuízo de US$ 146,4 milhões em 2025, devido a impairment e depreciação, sem impacto no caixa.
  • A empresa encerrou o ano com US$ 228 milhões em caixa, US$ 1,7 bilhão de backlog e dívida líquida de US$ 418 milhões.
  • A receita líquida foi de US$ 597 milhões, alta de 6% frente a 2024, impulsionada pela maior eficiência da frota e contratos renovados.
  • O EBITDA ajustado atingiu US$ 233 milhões, com margem de 39% sobre a receita, superando guidance inicial.
  • Sondas Gold Star e Atlantic Star tiveram contratos com a Petrobras estendidos; novas operações com navio-sonda Tidal Action e plataforma Admarine 511 foram iniciadas. Para 2026, a empresa planeja uplisting na bolsa de Oslo.

A Constellation Oil Services, maior empresa de perfuração de poços de petróleo offshore no Brasil, registrou prejuízo de US$ 146,4 milhões em 2025. A empresa aponta impairment e depreciação como causas do resultado contábil, destacando que o caixa não foi impactado.

Ao fim de 2025, a companhia tinha US$ 228 milhões em caixa, frente a US$ 183 milhões em 2024. O backlog chegou a US$ 1,7 bilhão. A dívida líquida recuou para US$ 418 milhões, e a disponibilidade operacional da frota ficou em 95%.

O Ebitda ajustado atingiu US$ 233 milhões no ano, 37% acima do guidance, com margem de 39% sobre a receita, segundo o diretor financeiro Daniel Rachman. A receita líquida foi de US$ 597 milhões, crescimento de 6% frente a 2024, impulsionada pela atuação mais eficiente da frota.

Desempenho operacional e contratos

A empresa atribui o resultado a maior utilização da frota, renovação de contratos e transições operacionais relevantes. As sondas Gold Star e Atlantic Star tiveram contratos renovados com a Petrobras até o fim de 2025, enquanto Alpha Star e Laguna Star passaram por transições contratuais com taxas diárias mais competitivas.

Rachman explicou que, embora haja depreciação elevada decorrente do investimento em ativos de mais de US$ 2 bilhões, o impairment funciona apenas como ajuste contábil, sem impacto de caixa. Também houve início de operações do navio-sonda Tidal Action e da plataforma jackup Admarine 511 com a Petrobras.

Perspectivas e liderança

O CEO Rodrigo Ribeiro afirma que os resultados demonstram solidez, alta utilização da frota e contratos em bases mais atrativas, fortalecendo a geração de caixa e abrindo oportunidades em um novo ciclo do offshore brasileiro. A Constellation lidera o Sondópolis, ranking da Petrobras, pela eficiência e segurança.

Para 2026, a empresa projeta uplisting para o principal segmento da bolsa de Oslo, sujeito a aprovações finais, visando ampliar acesso a investidores e a liquidez das ações. Entre as metas, estão continuidade de operações com Petrobras e expansão de atuação com ativos de terceiros.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais