Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

MCMV reduz déficit habitacional, afirma presidente da Abrainc

Conselho Curador do FGTS aprova aumento de tetos de renda e dos valores de imóveis no Minha Casa, Minha Vida, visando ampliar acesso e reduzir déficit habitacional

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Conselho Curador do FGTS aprovou mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando o teto de renda e os limites de financiamento.
  • Novos tetos de renda: faixa 1 de 2.850 reais para 3.200 reais; faixa 2 de 4.700 para 5.000; faixa 3 de 8.600 para 9.600; faixa 4 de 12.000 para 13.000 reais, com juros próximos de 4,5%.
  • Valores máximos dos imóveis foram reajustados: faixa 3 passa de 350 mil para 400 mil; faixa 4 de 500 mil para 600 mil reais.
  • Governo estima incluir cerca de 40 mil novas famílias, com o impacto financeiro suportado pelo Fundo Social, sujeito ao aval do Conselho Monetário Nacional.
  • O programa entregou quase 680 mil moradias no ano passado e projeta chegar a 800 mil neste ano; déficit habitacional é estimado em 5,8 milhões de moradias, com subsídios de até 55 mil reais para beneficiários de menor renda.

O Conselho Curador do FGTS aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira, 24, mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida. As alterações visam ampliar o teto de renda e elevar os limites de financiamento dos imóveis.

A decisão envolve o governo, o Fundo e o setor imobiliário, com apoio do presidente da Abrainc, Luiz França, que sustenta que o programa reduz o déficit habitacional ao ampliar o acesso à moradia.

Segundo a confirmação da gestão, o objetivo é ajustar o programa à realidade econômica e ao mercado, mantendo a taxa de juros estável, já que os recursos vêm do FGTS.

A expectativa é incluir cerca de 40 mil novas famílias, com o impacto financeiro coberto pelo Fundo Social, sujeito ao aval do Conselho Monetário Nacional.

No pacote, os tetos de renda de cada faixa sobem: faixa 1 de 2.850 para 3.200 reais; faixa 2 de 4.700 para 5.000 reais; faixa 3 de 8.600 para 9.600 reais; faixa 4 de 12.000 para 13.000 reais.

Também houve reajuste nos valores máximos dos imóveis financiáveis: faixa 3 passa de 350 mil para 400 mil reais, faixa 4 de 500 mil para 600 mil reais.

O Ministério das Cidades aponta que as mudanças ajudam a acompanhar o reajuste do salário mínimo e facilitam o crédito para famílias de baixa renda.

A medida amplia o acesso à moradia, porém mantem juros próximos de 4,5% para a faixa inicial, com subsídios de até 55 mil reais para beneficiários de menor renda, conforme o governo.

O programa, segundo especialistas, já entregou perto de 680 mil moradias no ano passado e mira chegar a 800 mil neste ano, contribuindo para a redução do déficit habitacional estimado em 5,8 milhões de moradias.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais