- O preço da mandioca subiu pela sétima semana consecutiva, puxado pela oferta restrita e pela demanda das indústrias.
- Fatores climáticos e menor disponibilidade de raiz reduzem o fornecimento do produto.
- Com a retomada da comercialização dos derivados, fecularias e farinheiras aceleraram a moagem para recompor estoques de fécula.
- Muitas indústrias enfrentam dificuldades para manter ou ampliar volumes de produção devido à escassez da matéria-prima.
- No mercado de fécula a produção continua abaixo; na farinha, há interesse dos compradores, mas fretes limitam as negociações.
O preço da mandioca registra alta pela sétima semana consecutiva. A valorização ocorre pela combinação de oferta restrita e demanda aquecida das indústrias do setor.
Fatores climáticos reduzem a disponibilidade de raiz, dificultando o abastecimento aos compradores. Produtores também enfrentam menor disponibilidade de matéria-prima, o que sustenta o movimento de alta nos valores.
As fecularias e farinheiras aceleraram as atividades de moagem para recompor estoques de fécula, diante da demanda já retomada. O mercado acompanha os desdobramentos do ciclo produtivo.
Dinâmica de oferta e demanda
Para o segmento de fécula, a produção permanece abaixo do esperado, limitando o fluxo de materiais. Na farinha, o interesse de compradores existe, mas a logística de fretes freia o ritmo das negociações.
Indústrias do ramo relatam dificuldades para manter volumes estáveis de produção. A combinação de indisponibilidade de matéria-prima e necessidade de reposição de estoques sustenta a tendência de alta.
A reação do mercado envolve reajustes graduais de preço e alterações nas margens dos agentes de moagem, buscando equilibrar demanda com a escassez sazonal.
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