- A produção agrícola de Pernambuco deve crescer mais de cinquenta por cento, passando de cerca de 71 mil toneladas em 2025 para aproximadamente 109 mil toneladas em 2026, conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
- O avanço é atribuído à expansão de áreas cultivadas, a condições climáticas favoráveis e à modernização das práticas agrícolas.
- O agronegócio local envolve movimentação anual superior a R$ 13 bilhões e representa cerca de 5% do PIB do estado.
- Nem todos os setores estão otimistas: fornecedores de cana-de-açúcar apontam preocupação com os preços do açúcar no mercado internacional, enquanto o etanol segue mais competitivo pela maior oferta nacional.
- A Associação dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar de Pernambuco (AFCP) busca apoio governamental para subsídios aos produtores, visando manter o equilíbrio do mercado sucroalcooleiro.
O agronegócio de Pernambuco deve crescer mais de 50% na produção agrícola em 2026, atingindo cerca de 109 mil toneladas. A previsão considera expansão de áreas cultivadas, clima favorável e modernização das práticas. Dados são do IBGE.
A produção envolve agricultura e pecuária, com movimentação anual superior a R$ 13 bilhões e participação em torno de 5% do PIB do estado. As projeções indicam avanço tanto na agropecuária quanto nos setores correlatos para 2026.
Apesar do cenário positivo, segmentos do setor divergem. Fornecedores de cana-de-açúcar alertam sobre preços defasados no mercado externo, enquanto o etanol permanece competitivo pela maior oferta nacional vinda do milho. AFCP tem posição ativa.
Contexto do setor sucroalcooleiro
A Associação dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar de Pernambuco (AFCP) busca apoio governamental para assegurar subsídios aos produtores locais, visando manter o equilíbrio do mercado. A entidade cita riscos à cadeia caso medidas não sejam adotadas.
Entre na conversa da comunidade