- O Bitcoin opera em estabilidade, em torno de US$ 71.325, com alta de cerca de 0,1%, e é cotado a R$ 372.746 no Brasil.
- A calmaria reflete desdobramentos no conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, com proposta de paz de 15 pontos que pode incluir cessar-fogo temporário.
- O Brent recuou abaixo de US$ 100, ajudando a reduzir pressões inflacionárias e as expectativas sobre alta de juros nos EUA.
- Mesmo com o cenário mais previsível, investidores permanecem cautelosos diante da efetividade do acordo e da evolução do conflito, além do risco pelo fechamento parcial do Estreito de Ormuz.
- No mercado de criptos, as altcoins sobem com o Ethereum em US$ 2.184, enquanto XRP cai 0,2% e Tron cai 0,1%.
O Bitcoin opera estável acima de US$ 71 mil nesta quarta-feira, 25, com leve alta de 0,1%, a US$ 71.325. No Brasil, a cotação fica em aproximadamente R$ 372.746. A movimentação ocorre em meio a incertezas geopolíticas mundiais e mudanças no mercado de energia.
A calmaria do Bitcoin é atribuída a desdobramentos no conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, incluindo uma possível proposta de paz com até 15 pontos e um cessar-fogo temporário. O impacto foi sentido no preço do petróleo.
O Brent recuou abaixo de US$ 100, ajudando a reduzir pressões inflacionárias e alimentando expectativas sobre a política monetária do Fed. Ainda assim, a incerteza sobre a efetividade do acordo diplomático sustenta cautela entre investidores.
A persistência do fechamento parcial do Estreito de Ormuz eleva o risco de interrupções no fornecimento global de petróleo, mantendo o cenário volátil. O Bitcoin permanece em equilíbrio, próximo de US$ 71 mil, diante da falta de definições claras.
Movimento de altcoins e desempenho de mercado
O Ethereum avança cerca de 1%, cotado perto de US$ 2.184, com outras criptomoedas apresentando ganhos moderados. BNB sobe 1,7%, Solana 0,5%, Figure Heloc 0,4% e Dogecoin 2,3%.
Entre as maiores, XRP cai 0,2% e Tron recua 0,1%, enquanto o ambiente permanece de busca por direções mais definidas. A liquidez segue estável, com investidores atentos a novidades macroeconômicas e diplomáticas.
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