Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CEO da Oncoclínicas avalia cenários com e sem novos sócios

Oncoclínicas reestrutura dívida de R$ 4,8 bilhões e avança plano A de eficiência operacional; CEO diz que não precisa de novos investimentos para crescer

Com dívida bruta de R$ 4,8 bilhões, Oncoclínicas opera mais de 140 unidades no Brasil e CEO afirma não precisar de novos investimentos para crescer.
0:00
Carregando...
0:00
  • Oncoclínicas tem dívida bruta de 4,8 bilhões de reais e busca soluções independentemente do desfecho da parceria com Fleury e Grupo Porto.
  • O plano A é a reestruturação operacional, em curso, enquanto a mudança da estrutura de capital ocorre em paralelo.
  • A empresa renegocia a dívida com credores e busca eficiência operacional em mais de 140 clínicas no Brasil.
  • O CEO interino, Carlos Gil Ferreira, afirma que a empresa se prepara para cenários com ou sem novos sócios.
  • Segundo o executivo, não é necessário obter novos investimentos para crescer.

A Oncoclínicas está buscando soluções para a sua situação financeira, com dívida bruta de 4,8 bilhões de reais. O foco é manter a operação em todos os seus mais de 140 pontos de atendimento no Brasil, independentemente do desfecho da possível parceria anunciada recentemente com Fleury e Grupo Porto.

O CEO interino, Carlos Gil Ferreira, afirmou à Bloomberg Línea que a reestruturação operacional é o plano A e já está em curso. Em paralelo, a empresa trabalha na mudança da estrutura de capital e na renegociação com credores, visando ganhos de eficiência.

Ferreira explicou que a companhia vem se preparando para cenários de curto, médio e longo prazo, com ou sem novos sócios. A gestão busca manter o ritmo de melhoria operacional e preservar o equilíbrio financeiro enquanto avalia opções estratégicas.

No radar dos mercados

As bolsas globais abriram em alta, com petróleo operando em queda. No cenário político, a pré-campanha presidencial brasileira mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno, dentro da margem de erro, segundo pesquisa encomendada pela Bloomberg.

Na política monetária, Christine Lagarde, presidente do BCE, sinalizou possibilidade de atuação rápida caso haja pressão inflacionária causada pelo aumento dos custos de energia, diante do impacto da guerra no Oriente Médio.

Entre outras notícias, a MSD avança em tratativas para comprar a Terns, empresa avaliada em cerca de US$ 5,1 bilhões e que desenvolve terapia contra leucemia. O acordo ainda não foi fechado.

A agenda de indicadores e eventos de hoje e da semana está disponível para acompanhar as variáveis que orientam os mercados.

Destaques setting financeiro

  • O fechamento de ontem mostrou leve queda em índices norte-americanos e alta modesta no Stoxx 600.
  • O Ibovespa mostrou ganho modesto, refletindo o humor global.
  • A Petrobras segue monitorando o cenário de preços de combustíveis e possíveis impactos na oferta de diesel.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais