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Força-tarefa aponta aumento de até 270% e autua 16 postos de combustível

Força-tarefa fiscaliza 3.181 postos e 236 distribuidoras; 16 autuadas por preços abusivos, com margens de até 270% na comparação semanal

Na image, secretário nacional do Consumidor, Ricardo Morishita Wada (à esq.) e o secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Cabral Dias Dutra (à dir.)
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  • A força-tarefa fiscalizou 3.181 postos de combustíveis e 236 distribuidoras em 190 municípios, entre 9 de março e 25 de março de 2026, com ações de Procons em todo o país.
  • A ANP atuou em 50 cidades de 12 estados, fiscalizando 342 agentes regulados, incluindo 78 distribuidores, com 16 distribuidores autuados por prática de preços abusivos, com margens chegando a até 270%.
  • As fiscalizações resultaram em 1.785 notificações emitidas por suspeitas de irregularidades, segundo a Secretaria Nacional do Consumidor.
  • Entre os dias 23 e 26 de março, foram 1.360 postos inspecionados e 112 distribuidores, gerando 739 notificações em quatro dias; outra operação começou em 24 de março com a Polícia Rodoviária Federal.
  • A Medida Provisória 1.340 acrescentou duas infrações (preço abusivo e recusa no fornecimento) com multas de R$ 50 mil a R$ 500 milhões; monitoramento continua enquanto durar o conflito no Oriente Médio.

Força-tarefa do governo federal encontra prática de preços abusivos em combustíveis; 3.181 postos fiscalizados e 236 distribuidoras autuadas.

Entre 9 de março e 25 de março, a operação mobilizou Procons de todo o país e contou com ações da ANP. O objetivo é coibir abusos de preço e recusa no fornecimento. Em alguns casos, margens chegaram a 270%.

As fiscalizações atenderam 190 municípios, em 27 estados. Ao todo, 79 distribuidoras foram alvo de autuações por prática de preços abusivos, além de 1.785 notificações por irregularidades identificadas.

Ações lideradas pela Senacon

A Senacon informou que parte das ações envolveu inspeções em postos e distribuidores, com participação de órgãos estaduais de defesa do consumidor. O monitoramento continua enquanto durar o conflito no Oriente Médio.

A operação também cobriu 50 cidades em 12 estados, focando verificação de regularidade de entradas e saídas de produtos. Processos administrativos podem ser abertos para que haja ampla defesa.

Ações coordenadas pela ANP

Segundo a ANP, entre 9 e 25 de março, o trabalho conjunto ganhou foco em recusa de fornecimento e variação de preços. Estão sob fiscalização 342 agentes regulados, incluindo 78 distribuidores. Grandes distribuidoras também foram atingidas.

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