- O governo confirmou, para março e abril de 2026, que não há risco de desabastecimento de óleo diesel, após análise da Sala de Monitoramento do Abastecimento.
- A Sala, criada no fim de fevereiro de 2026, se reúne a cada 48 horas para acompanhar oferta e demanda, com participação do Ministério de Minas e Energia, da Agência Nacional do Petróleo e de agentes do setor.
- Para abril, o governo garantiu fluxo de importações e oferta maior do que a demanda prevista.
- Em ações de fiscalização, o governo autuou 16 distribuidores de combustíveis por prática de preços abusivos entre 9 e 25 de março, em 50 cidades de 12 estados.
- Foram vistoriados 342 agentes regulados pela ANP, incluindo 78 distribuidores; houve casos de elevação de margem de até 270% em uma mesma semana.
O Ministério de Minas e Energia confirmou que não há risco de desabastecimento de óleo diesel no Brasil em março e abril de 2026. A avaliação foi realizada pela Sala de Monitoramento do Abastecimento, criada para acompanhar oferta e demanda.
Segundo o secretário Renato Cabral Dias Dutra, o país tem oferta suficiente para atender a demanda prevista nos dois meses. O grupo se reúne a cada 48 horas para revisar balanços entre produção, importação e consumo.
A Sala envolve MME, ANP e agentes do setor, como importadores, produtores, refinadores, distribuidores e associaiações. Os dados são validados com operadores para confirmar demandas até o fim de março e de abril.
Para abril, o governo assegura fluxo de importações, com oferta prevista acima da demanda. O objetivo é manter o abastecimento estável em todo o território nacional.
Entre 9 e 25 de março, forças-tarefa integraram Ministério da Justiça e Segurança Pública, MME, Senacon, Polícia Federal e ANP autuaram 16 distribuidores por prática de preços abusivos em 50 cidades de 12 estados.
Durante as fiscalizações, 342 agentes regulados pela ANP foram visitados, incluindo 78 distribuidores. Em alguns casos, margens de lucro subiram mais de 270% frente à semana anterior.
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