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Impostômetro atinge R$ 1 trilhão nesta sexta (27), segundo ACSP

Impostômetro atinge 1 trilhão às 12h17 de sexta; alta de 2,9% frente a 2025, porém déficit primário acima de R$ 1,29 trilhão sustenta alerta fiscal

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  • O Impostômetro de 2026 deve chegar a R$ 1 trilhão em impostos às 12h17 desta sexta-feira (27), segundo a ACSP.
  • O marco representa alta de 2,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando estava em R$ 972 bilhões.
  • O crescimento antecipado indica aceleração da arrecadação, impulsionada pela atividade econômica e pela inflação, que afeta a base de tributos.
  • O valor correspondente reúne tributos, taxas e contribuições pagos por pessoas físicas e jurídicas desde o início do ano, com multas, juros e correção monetária incluídos; o painel fica na sede da ACSP, em São Paulo.
  • O estudo aponta despesas primárias de todas as esferas do governo em cerca de R$ 1,29 trilhão, gerando alerta fiscal sobre o equilíbrio entre arrecadação e gastos.

O Impostômetro de 2026 deve chegar a 1 trilhão de reais em impostos arrecadados às 12h17 desta sexta-feira (27), segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo). O painel fica instalado na sede da entidade, no Centro Histórico de São Paulo.

A marca representa alta de 2,9% ante o mesmo período de 2025, quando registrou 972 bilhões. Atingir o montante trilionário neste ano indica aceleração da arrecadação, impulsionada pela atividade econômica e pela inflação, que eleva a base tributável de bens e serviços.

O valor de 1 trilhão corresponde ao total de tributos, taxas e contribuições pagos por contribuintes aos governos federal, estadual e municipal desde o início do ano. Além disso, o Impostômetro registra o cumprimento de tributos com acréscimos de multas, juros e correção monetária.

Para registrar o marco, o painel é congelado por alguns segundos. A plataforma também mostra dados em tempo real no impostometro.com.br, em parceria com Ga$to Brasil, que busca transparência sobre o uso do dinheiro público.

Enquanto a arrecadação se aproxima de 1 trilhão, as despesas primárias do setor público, em todas as esferas, já passam de 1,29 trilhão. A diferença acende um alerta fiscal sobre o equilíbrio entre receitas e gastos.

Especialistas lembram que o cenário reflete, além da atividade econômica, mudanças como tributação de fundos exclusivos, offshores e juros sobre capital próprio, além de ajustes em incentivos estaduais e na tributação de combustíveis e apostas.

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