- A cotação do petróleo voltou a subir após o impasse nas negociações entre Irã e Estados Unidos, chegando a quase 110 dólares.
- O Brasil foi convidado para a reunião das sete maiores economias, sendo representado pelo ministro Mauro Vieira; o secretário de Estado americano também participa.
- O objetivo do encontro é aproximar Europa e Estados Unidos diante da resistência de alguns países europeus a uma intervenção no Oriente Médio.
- O possível reabastecimento do estreito de Ormuz, passagem estratégica para o petróleo, foi defendido por Marco Rubio.
- A Otan informou crescimento de 20% nos investimentos em defesa; Portugal atingiu 2% do PIB nesse setor, e vários países anunciaram redução de impostos sobre combustíveis.
O preço do petróleo voltou a subir após o impasse nas negociações entre Irã e Estados Unidos. A crise no Oriente Médio preocupa governos e mercados globais, enquanto representantes das sete maiores economias se reúnem na França.
O encontro, no qual o Brasil participa com o ministro Mauro Vieira, busca aproximar Europa e EUA diante de resistência de alguns países europeus a apoiar uma operação militar na região. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, participa do evento.
Rubio enfatizou, antes de viajar, a necessidade de cooperação internacional para reabrir o estreito de Ormuz, passagem estratégica para o petróleo que abastece Europa e Ásia. A OTAN informou crescimento de investimentos em defesa dos membros.
Em reação ao cenário global, Donald Trump criticou nas redes sociais a atuação da OTAN; a resposta veio do secretário-geral da aliança, que destacou a força da coalizão. A OTAN apontou aumento de 20% nos investimentos em defesa no ano passado.
Paralelamente, o preço do petróleo flutuou perto de 110 dólares o barril. Países como Espanha, Polônia, Romênia, Hungria e Portugal anunciaram redução temporária de impostos sobre combustíveis para mitigar impactos da alta.
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