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Prévia da inflação é menor em todas as comparações, porém acima das previsões

IPCA-15 de março sobe 0,44%, menor que fevereiro, mas acima das previsões; combustíveis impulsionam o índice cheio e mantêm inflação acima da meta

IPCA-15 mostra prévia da inflação
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  • IPCA-15 de março subiu 0,44%, menor que fevereiro (0,84%) e igual mês do ano passado (0,44%).
  • Principais itens que puxaram a inflação foram combustíveis (alta de 4,09%) e alimentos (0,66%). O petróleo Brent subiu cerca de 20% em março.
  • Inflação em doze meses ficou em 4,68%, acima do centro da meta de 3,75% mas dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.
  • Índice de preços ao consumidor de São Paulo (IPC-SP) avançou 0,52% em março, com alimentos (+0,86%) e transportes (+0,66%) pressionando.
  • Mercado espera continuidade de desaceleração nos próximos meses, com a taxa básica mantida em 13,75% ao ano até o fim do ano; cortes podem ocorrer em 2027.

O IPCA-15 de março ficou em 0,44%, menor que fevereiro, mas acima do esperado pelo mercado. A prévia da inflação mostra alta em todos os comparativos, sem influência de conflitos, porém com risco de aceleração no mês cheio por novos itens.

O destaque ficou com a elevação de combustíveis, que subiu 4,09% no mês, e alimentos, com alta de 0,66%. O petróleo Brent teve incremento próximo a 20% em março, potencializando o impacto no índice cheio. Em contrapartida, energia elétrica recuou 2,09% e roupas caíram 0,66%.

A leitura é do IBGE, que aponta inflação anual de 4,68% nos 12 meses, acima da meta central de 3,75%, mas dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto. O IPC de São Paulo subiu 0,52% em março, com alimentos e transporte pressionando o indicador local.

Perspectivas e impactos

Mercado espera desaceleração gradual da inflação nos próximos meses, mas ainda acima da meta ao fim do ano. A alta de combustíveis e alimentos deve continuar pressionando os preços, com projeção de inflação entre 3% e 4% em 2026.

Política monetária

Analistas señalam que o Banco Central deve manter a taxa básica em 13,75% ao ano até o fim do ano para conter a inflação. A expectativa é de queda da taxa já em 2027, conforme a inflação se manter sob controle.

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