- Azevedo & Travassos Energia assinou acordo de associação com a Petro-Victory Energia para incorporação de ativos e troca de ações.
- A PVE criará uma nova subsidiária aportando 50% do contrato de compra e venda relativo a 10 campos de exploração das Concessões Lobato, incluindo Porto Carão e Carcará.
- A NewCo receberá a totalidade do contrato de concessão do Campo de Andorinha, na bacia Potiguar, com volume estimado de 5,55 milhões de barris in place, além de outros blocos exploratórios.
- O acordo prevê a incorporação da NewCo pela ATE, em troca de ações da Azevedo equivalentes a 10,25% do seu capital social; a avaliação aponta R$ 247,5 milhões para a ATE e R$ 28,3 milhões para a nova empresa.
- Após a operação, a ATE ficará com controle total dos ativos do Polo Barrinha e do Polo Porto Carão; o negócio depende da aprovação da Assembleia Geral Extraordinária da Azevedo.
Azevedo & Travassos Energia assinou, na noite de 26 de abril, acordo de associação com Petro-Victory Energia para a incorporação de ativos mediante troca de ações. O acordo envolve a criação de uma nova subsidiária pela PVE.
A operação prevê a aportação de 50% do contrato de compra e venda relativo a 10 campos de exploração das Concessões Lobato, incluindo Porto Carão e Carcará. A NewCo também receberá o contrato de concessão do Campo de Andorinha, na bacia Potiguar, com volume estimado de 5,55 milhões de barris de óleo in place, além de outros blocos.
Posteriormente, a NewCo deverá ser incorporada pela Azevedo & Travassos Energia, em troca de ações da ATE equivalentes a 10,25% do seu capital social. A avaliação considera a ATE em R$ 247,5 milhões e a nova empresa em R$ 28,3 milhões.
Detalhes da operação e desdobramentos
O acordo assegura à ATE o controle total e a participação nos ativos dos Polo Barrinha e Polo Porto Carão após a conclusão da aquisição, atualmente em andamento. A operação ainda depende de aprovação da Assembleia Geral Extraordinária da Azevedo & Travassos Energia.
A administração da companhia afirma que a operação deve ampliar a escala operacional da ATE e elevar a produção no curto prazo, além de racionalizar custos por meio do compartilhamento de equipamentos, instalações e gestão técnica e administrativa.
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