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PF deflagra operação em 11 estados e no DF por preços abusivos de combustíveis

PF deflagra operação contra preços abusivos de combustíveis em 11 estados e no DF, em parceria com a ANP e a Senacon, para apurar irregularidades e possíveis crimes

Sede da superintendência da PF (Polícia Federal) em São Paulo.
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  • A Polícia Federal lançou a Operação Vem Diesel para investigar aumento abusivo nos preços de combustíveis, com ações em 11 estados e no Distrito Federal.
  • A ação é feita em parceria com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça.
  • As medidas visam identificar práticas de aumento irregular de preços, cartel entre empresas e outras condutas abusivas que prejudiquem o consumidor.
  • Irregularidades que envolvam crimes contra a ordem tributária, economia ou relações de consumo serão encaminhadas à PF para apuração de autoria e materialidade.
  • Nas semanas anteriores, fiscais estiveram em postos de Brasília e de São Paulo; alguns estabelecimentos foram interditados e o material coletado já foi analisado.

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira a Operação Vem Diesel, investigação sobre abusos de preços de combustíveis no Brasil. A ação envolve postos e distribuidoras com foco em práticas de reajuste e possível formação de cartel.

O objetivo é identificar condutas irregulares de elevação de preços nas bombas, bem como fixação de valores entre empresas concorrentes. As medidas visam esclarecer impactos ao consumidor e preparar encaminhamentos à Justiça.

A operação é realizada em 11 estados e no Distrito Federal, com apoio de órgãos fiscalizadores. As equipes também verificam possíveis crimes contra a ordem tributária, a economia nacional e as relações de consumo.

Detalhes da operação e participantes

A operação conta com cooperação da Agência Nacional do Petróleo e da Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça. Não houve divulgação de balanço de materiais apreendidos ou de quantas medidas judiciais foram cumpridas até o momento.

Em etapas anteriores, fiscais já atuaram em Brasília e em São Paulo para avaliar se os reajustes configuravam abuso de preços. Também foram vistoriadas refinarias e distribuidoras, com fechamento de alguns postos durante as averiguações.

As autoridades esclarecem que os resultados preliminares serão encaminhados à PF para apurar autoria e materialidade de eventuais crimes. O intuito é reunir evidências para determinar responsabilidades.

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