- A Vale estendeu a vida útil do complexo de Itabira para 2053, frente a estimativa anterior de 2041.
- A revisão decorre de avanços geológicos, atualização do modelo de recursos e novas tecnologias de beneficiamento.
- A empresa não prevê aumento no volume de produção anual, buscando manter operação estável no longo prazo.
- As reservas declaradas aumentaram 52%, para cerca de 1,15 bilhão de toneladas em 2025, ante aproximadamente 760 milhões de toneladas em 2024.
- Foi incorporado o itabirito dolomítico ao processo produtivo, material antes considerado economicamente inviável.
A Vale informou no relatório anual 20F, disponibilizado à SEC nesta sexta-feira, 27, que a vida útil do complexo minerário de Itabira foi estendida até 2053, frente a estimativa anterior de 2041. A notícia foi apresentada pela empresa como parte de ajustes técnicos e de planejamento de longo prazo.
Apesar da extensão, a Vale afirmou que não prevê aumento no volume de produção anual, buscando manter uma operação estável no longo prazo. A mudança é explicada pela incorporação de avanços em pesquisas geológicas, atualização do modelo de recursos e novas tecnologias de beneficiamento.
Reservas e mudanças no processo produtivo
As reservas minerais declaradas pela Vale subiram 52%, chegando a cerca de 1,15 bilhão de toneladas em 2025, frente ~760 milhões de toneladas em 2024. A empresa destacou a incorporação do itabirito dolomítico ao processo produtivo, antes considerado economicamente inviável.
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