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Dia do Backup: proteção de arquivos está mais cara com IA, veja dicas

Dia do Backup: preços de armazenamentos sobem em 2026 por demanda de IA, levando técnicos a recomendar backups redundantes em nuvem e em disco

Disco rígido, ou HD, é uma das opções para fazer backup dos dados do computador — Foto: Ivo Brasil/Pexels
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  • Dia do Backup ocorre nesta terça-feira (31) e reforça a importância de proteger dados no computador ou celular contra furtos, falhas e vírus.
  • Em 2026, os preços de dispositivos de armazenamento subiram por causa da demanda por chips para inteligência artificial e da crise de memória RAM.
  • Exemplos de alta de preço: Kingston XS1000 de 2 TB passou de cerca de R$ 710 para R$ 2.400 (aproximadamente 238%); WD My Passport de 1 TB foi de R$ 840 para R$ 1.400.
  • Sugestões: usar backup na nuvem (Google One, iCloud, OneDrive, Dropbox) e manter cópias em disco externo; configurar backup automático.
  • Principais opções de disco: SSD (mais rápido, até ~4 TB, mais caro) versus HD (mais capacidade, até 16 TB, mais barato); Android permite microSD, iPhone pode usar iCloud/PC para backup.

O Dia do Backup ganhou destaque em meio à alta de preços de dispositivos de armazenamento, motivada pela demanda de chips para IA. A data, celebrada nesta terça-feira 31, reforça a importância de proteger fotos, documentos e arquivos em caso de falhas, roubo ou vírus. A notícia aponta que os custos de armazenamento subiram em 2026.

Especialistas afirmam que a solução mais segura é manter backups em mais de um local. Além da nuvem, discos externos devem compor uma rotina de proteção de dados. Em outubro de 2025, um SSD portátil Kingston XS1000 de 2 TB custava cerca de R$ 710; em março de 2026, chegou a R$ 2.400.

Outra peça do quebra‑cabeça é o valor do SSD externo WD My Passport de 1 TB, que subiu de R$ 840 para R$ 1.400, um aumento de aproximadamente 66%. A evolução reflete a crise de memória RAM ligada à IA e a maior demanda por chips avançados em data centers.

Como fazer backup

Planos de nuvem, como Google One, Apple iCloud e Microsoft OneDrive, aparecem como alternativas rápidas. Em março, um plano de 2 TB no Google One ficava em torno de R$ 50 mensais, perto do preço de um HD externo simples.

A segunda ou terceira cópia pode ficar em discos externos e em cartões de memória. Discos de 1 TB, por exemplo, permitem armazenar centenas de milhares de músicas, horas de vídeo e dezenas de milhares de fotos, conforme projeção dos fabricantes.

Sistemas Windows e macOS já oferecem ferramentas automáticas de backup. Fabricantes destacam a importância de configurar o backup automático das pastas mais usadas, como área de trabalho, documentos e fotos, e de manter cópias tanto na nuvem quanto no disco externo.

Qual disco escolher?

Discos externos seguem dois modelos: SSD e HD. SSDs entregam maior velocidade e menos risco de danos por quedas, mas costumam ter menor capacidade e preço mais alto. HDs oferecem maior capacidade e menor custo, porém são mais lentos e alguns modelos exigem fonte.

Para quem precisa de portabilidade, SSDs são recomendados; para quem busca capacidade, HDs são a opção mais econômica. Em ambientes com necessidade de grande armazenamento, HDs de até 16 TB aparecem como alternativa.

No celular, dispositivos Android com entrada para microSD variam entre 16 GB e 512 GB. Compatibilidade é essencial e recomenda-se usar o cartão em um único aparelho. iPhones e Androids topo de linha podem exigir SSD externo ou backup via computador ou nuvem.

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