- Stephen Miran, membro do Conselho de Governadores do Federal Reserve, defende corte de juros de um ponto percentual ao longo deste ano.
- A posição dele diverge do consenso, em meio a receios com a volatilidade dos mercados após a guerra entre EUA, Israel e Irã.
- Miran disse à CNBC que os preços do petróleo não estão yet elevando as expectativas de inflação nem gerando spirais de salários.
- O Federal Reserve manteve a taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75% no início deste mês.
Foi sugerido por Stephen Miran, membro do Conselho de Governadores do Federal Reserve, que o banco central dos EUA deveria reduzir a taxa de juros em 1 ponto percentual ainda neste ano para atenuar o esfriamento do mercado de trabalho. A ideia contrasta com o consenso do mercado.
Durante entrevista à CNBC, Miran afirmou que o cenário de guerra pode provocar volatilidade, mas não o levou a descartar o alívio monetário. Ele ressaltou que, apesar de o petróleo estar mais caro, isso ainda não elevou as expectativas de inflação de forma preocupante.
Contexto político e financeiro
O Federal Reserve manteve a taxa de juros estável na faixa de 3,50% a 3,75% no início deste mês, o que sinaliza cautela diante do ambiente externo. As declarações de Miran destacam uma visão divergente em relação à trajetória de política monetária.
Resumo da posição institucional
A fala de Miran reforça a possibilidade de mudanças na comunicação do Fed caso dados trabalhistas voltem a mostrar fragilidade. A atualização de política, no entanto, dependerá de indicadores de inflação, empregos e condições de mercado nos próximos meses.
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