- O índice de pobreza na Argentina ficou em 28,2% no segundo semestre de 2025, queda de 9,9 pontos percentuais frente ao mesmo período do ano anterior.
- A pobreza recuou 3,4 p.p. em relação ao semestre anterior; o indicador encerrou 2024 em 38,1% e, no primeiro semestre de 2025, era 31,6%.
- No fim de 2023, a pobreza era 41,7%; no início do governo de Milei, chegou a 52,9%.
- O ministro da Economia, Luis Caputo, afirmou que a pobreza é a mais baixa desde o primeiro semestre de 2018 e atribuiu a melhora ao crescimento, à desinflação e aos programas sociais.
- A indigência caiu para 6,3% no segundo semestre de 2025; regionalmente, Grande Buenos Aires 28,3%, Cuyo 32,3%, Nordeste 32,7%, Noroeste 28,4% e Pampas 26,2%.
O Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) divulgou que a pobreza no segundo semestre de 2025 ficou em 28,2%. O recuo foi de 9,9 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2024.
Na comparação com o semestre anterior, a queda foi de 3,4 p.p. A leitura de 2024 apontava 38,1% de pobreza, enquanto o primeiro semestre de 2025 registrou 31,6% da população em situação pobre.
A pobreza chegou a tocar 52,9% no início do governo de Milei e recuou ao longo de 2023. Hoje, o índice de pobreza está na menor marca desde 2018, segundo o Ministério da Economia.
Desempenho da indigência
A indigência também caiu: 6,3% da população no segundo semestre de 2025, ante 6,9% no primeiro semestre e 18,1% nos primeiros seis meses de 2024.
Comparando com o segundo semestre de 2024, houve redução de 1,9 p.p. No entanto, a indigência ainda apresenta diferenças regionais expressivas no país.
Onde a pobreza é maior
Pontos de maior pobreza em 2025 ficaram distribuídos entre regiões específicas. A Grande Buenos Aires registrou 28,3% da população em situação pobre; Cuyo, 32,3%; Nordeste, 32,7%.
Outras regiões mostraram números distintos: Noroeste com 28,4% e Pampas com 26,2% de pobreza. Os dados ajudam a mapear vulnerabilidades por área geográfica.
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