- A IATA aponta que os preços globais do combustível de aviação estão 104% acima do mês anterior, com média de US$ 4,65 por galão, na semana que terminou em 27 de março.
- Desde o início da guerra no Oriente Médio, os preços dobraram.
- A Ásia e a Oceania tiveram o maior aumento, com queda de preço de 134% para quase US$ 5 por galão.
- A América do Norte teve o menor aumento, em torno de 88% no último mês.
- O combustível representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas; o spread de refino subiu 231% no último mês e 287% no último ano, levando as empresas a elevar sobretaxas e revisar rotas de voo.
O preço global do combustível de aviação mais que dobrou desde o início do conflito no Oriente Médio, segundo a IATA. O indicador semanal aponta aumento de 104% em relação ao mês anterior, com média de US$ 4,65 por galão até 27 de março.
A região da Ásia e Oceania registrou o maior aumento, com o combustível a quase US$ 5 por galão, após alta de 134%. Já a América do Norte teve elevação menor, de aproximadamente 88% no mesmo período.
Dados da IATA indicam que o combustível representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas, que vêm repassando parte do aumento por meio de sobretaxas e ajustes nas rotas.
Impactos nas tarifas e nas rotas
O monitor de preços também aponta que o spread de refino, ou seja, a diferença entre o petróleo bruto e o querosene refinado, subiu 231% no último mês e 287% no último ano, acentuando a pressão sobre custos.
As companhias aéreas têm adotado medidas para lidar com o cenário: elevam sobretaxas de combustível e revisam roteiros, com ajustes que podem incluir cortes de trechos não lucrativos ou mudanças em frequências de voo.
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