- Demanda global de passageiros em fevereiro de 2026 subiu 6,1% (RPK) em relação a fevereiro de 2025, com a expansão da capacidade ocorrendo, em parte, de forma mais contida.
- A demanda internacional avançou 5,9% no mês, com destaque para a América Latina; o tráfego entre Europa e Ásia cresceu 14%, impulsionado pela demanda entre Ásia, Espanha e Itália.
- Regiões com crescimento expressivo: Ásia-Pacífico, +8,6% na demanda; Europa, +5,0%; América do Norte, +5,0%; América Latina, +13,5%.
- Taxas de ocupação ficaram em 86,6% para Ásia-Pacífico, 75,6% para Europa, 80,9% para América do Norte e 85,0% para América Latina.
- No mercado doméstico, a demanda subiu 6,3% com capacidade +6,2% e ocupação estável em 82,8%.
A demanda global por transporte aéreo de passageiros cresceu 6,1% em fevereiro de 2026, segundo a IATA. O indicador foi impulsionado por aumento de tráfego e pela recuperação econômica, apesar de incertezas geopolíticas.
A associação destaca que o custo do combustível subiu e as tarifas seguem em alta. A capacidade está sendo ajustada, especialmente para voos que passam pelo Oriente Médio, onde há restrições de fornecimento. A previsão para março aponta menor expansão de capacidade.
O crescimento internacional do tráfego de passageiros (RPK) ficou em 5,9% frente a fevereiro de 2025, com destaque para a América Latina. A demanda na Ásia recebeu impulso de viagens do Ano Novo Lunar, e houve fortalecimento entre Europa e Ásia.
Mercados Internacionais
As companhias da Ásia-Pacífico tiveram alta de 8,6% na demanda anual, com capacidade 7,3% superior e ocupação de 86,6%. Na Europa, demanda cresceu 5,0%, capacidade 4,5% e ocupação de 75,6%. Na América do Norte, a demanda subiu 5,0%, com ocupação de 80,9%.
As transportadoras do Oriente Médio apresentaram crescimento de 0,9% na demanda, com capacidade 3,8% maior. A ocupação ficou em 79,6%, menor que fevereiro de 2025 por 2,2 pontos percentuais. Na África, a demanda avançou 4,8%, capacidade 6,6% e ocupação de 74,5%.
Entre as Américas, a demanda da região latino-americana cresceu 13,5% em relação ao ano passado, com capacidade 9,3% maior e ocupação de 85,0%, 3,1 p.p. acima de fevereiro de 2025.
Mercados Domésticos
A demanda doméstica ganhou 6,3% em fevereiro, puxada pelo Brasil e pela China. A expansão de capacidade ficou próxima da demanda, em 6,2%, mantendo a taxa de ocupação estável em 82,8%.
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