- Magda Chambriard, presidente da Petrobras, afirmou que o Brasil está se destacando positivamente diante de instabilidades, incluindo a guerra no Irã.
- Em participação no CNN Talks: Energia para o Futuro, ela disse que o país tem ficado mais “bonito aos olhos” do planeta, apesar das incertezas.
- Ela apontou que a guerra no Oriente Médio aumenta custos após a escalada já causada pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia, que afetou setores como turbinas de energia.
- As declarações do presidente dos Estados Unidos nos primeiros 15 dias de conflito também teriam contribuído para mudanças financeiras significativas, estimadas em US$ 13 trilhões.
- Segundo Chambriard, o fechamento do Estreito de Ormuz pode ampliar as exportações brasileiras e ajudar a suprir a demanda global por petróleo.
Magda Chambriard, presidente da Petrobras, afirmou nesta quarta-feira (1°) que o Brasil tem se destacado positivamente diante de instabilidades globais, como a guerra no Irã, durante o programa CNN Talks: Energia para o Futuro. O comentário reforça a percepção de resiliência do país.
O conflito no Oriente Médio, iniciado em fevereiro, completou um mês há poucos dias. Ainda assim, Chambriard disse que o Brasil tem ficado mais visível no cenário internacional, mesmo diante de incertezas econômicas e políticas.
Ela explicou que a guerra entre Rússia e Ucrânia já elevou custos em vários setores, com impactos em serviços e componentes usados na geração de energia, como turbinas. Segundo a executiva, o país vinha se adaptando a essas mudanças até o surgimento do conflito no Oriente Médio.
A presidente da Petrobras também mencionou fatores externos que teriam afetado mercados, incluindo declarações do ex-presidente Donald Trump nos primeiros dias de conflito, associadas a grandes movimentos financeiros. Nesse contexto, a estatal atua para manter o equilíbrio ante perdas recentes.
No panorama estratégico, Chambriard apontou que o fechamento do Estreito de Hormuz e a menor disponibilidade de petróleo proveniente do Oriente Médio podem ampliar as exportações brasileiras e atender parte da demanda global por petróleo, fortalecendo o papel do país no cenário energético.
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