- A Roche Diagnóstica brasileira teve faturamento de R$ 1,5 bilhão no ano passado e projeta chegar a R$ 1,7 bilhão em 2026.
- A gestão aponta que segmentação de público, automação e IA devem impulsionar o crescimento da divisão de diagnósticos.
- Cerca de setenta por cento da receita vem do setor privado, com espaço considerado para ampliar atuação na rede pública de saúde.
- O CEO da Roche Diagnóstica, Carlos Martins, afirmou em entrevista à Bloomberg Línea que vão lançar inovações e buscar elevar a receita no Brasil.
A Roche Diagnóstica projeta crescimento no Brasil em 2026, puxado por segmentação de público, automação e inteligência artificial. A divisão de diagnóstico faturou R$ 1,5 bilhão no ano passado e mira R$ 1,7 bilhão este ano.
Segundo o CEO da Roche Diagnóstica, Carlos Martins, a empresa pretende manter o ritmo de inovações para sustentar o avanço. O objetivo é ampliar receitas mesmo com volumes já elevados de exames realizados no país.
No momento, cerca de 70% do desempenho da divisão no Brasil vem do setor privado, com o restante vindo do poder público. Martins acredita haver espaço para expansão também na rede pública de saúde.
Potencial de crescimento e iniciativas
A Roche Diagnóstica investe em soluções que aumentem a automação de processos laboratoriais e a utilização de IA para aprimorar fluxos de trabalho. Esses fatores devem favorecer ganhos de eficiência e produtividade.
A estratégia inclui ampliar a oferta de testes diagnósticos, com foco em serviços de alto valor agregado. A companhia busca manter liderança em inovação clínica no mercado brasileiro.
Em termos de cenário, a Roche divulga perspectivas de crescimento público-privado, destacando oportunidades de parceria com hospitais e redes de saúde públicas para ampliar cobertura de testes.
Entre na conversa da comunidade