- Wine South America 2026 ocorre de doze a quatorze de maio, em Bento Gonçalves, reunindo mais de quatrocentas marcas de mais de vinte países.
- Principais novidades: estreia de Nova Zelândia e Alemanha, além do retorno da África do Sul.
- Espera-se cerca de dois mil encontros comerciais durante o evento.
- Itália e Portugal ampliam participação, com destaque para o corredor dedicado às vinícolas italianas; Portugal traz a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.
- Além das novidades internacionais, vinícolas de Santa Catarina, Bahia, Goiás e Pernambuco fortalecem a presença brasileira, demonstrando a diversificação dos terroirs nacionais.
O Brasil amplia sua presença no mercado mundial de vinhos durante a Wine South America 2026, que ocorre de 12 a 14 de maio em Bento Gonçalves. A feira promete mais de 400 marcas de 20 países, com cerca de 2 mil reuniões comerciais. O objetivo é fortalecer a posição brasileira na vitivinicultura mundial.
Novos participantes e reforço da presença internacional
A edição traz pela primeira vez a Nova Zelândia, com a Spy Valley Wines, e a Alemanha, com a vinícola Schmitt Söhne. A África do Sul retorna ao evento, ampliando a diversidade de origens presentes na feira.
Além dos estreantes, participam Itália, França, Espanha, Chile e Portugal, ampliando a presença de vinícolas europeias, especialmente italianas, que ocuparão grande parte de um corredor da mostra.
Participação brasileira e impactos regionais
A Wine South America evidencia o fortalecimento da produção nacional, com vinícolas de Rio Grande do Sul ganhando protagonismo ao lado de representantes de Santa Catarina, Bahia, Goiás e Pernambuco.
Portugal reforça a atuação no Brasil pela primeira vez com a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, buscando ampliar o reconhecimento da região junto a profissionais do setor.
Contexto e oportunidades
A diversificação de mercados acompanha a expansão de importadores para o Brasil, num momento de atenção ampliada à América Latina e às negociações do Mercosul. A participação brasileira reforça o papel do país como polo de vinhos na região.
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