- O governo informou que mais de noventa por cento dos estados devem aceitar o projeto para reduzir o ICMS do diesel, com queda adicional de 0,60 por litro no preço na bomba.
- O Ministério do Desenvolvimento confirmou a participação de 22 estados; Rio de Janeiro e Rondônia teriam recusado a proposta.
- O Distrito Federal também integrou o grupo que aceitou a medida.
- Ainda há negociações com outras unidades da federação, sob condução do Ministério da Fazenda, para ampliar o corte.
- O governo já zerou o PIS/Cofins e prevê um subsídio de 0,60 por litro de diesel, somado ao corte estadual de 0,60 e ao repasse da União.
O governo acredita que a adesão ao plano de redução do ICMS do diesel avança, com estimativa de aceitação de mais de 90% dos estados. A medida prevê reduzir em R$ 0,60 o preço na bomba, somando esforços federais e estaduais.
O Ministério do Desenvolvimento aponta 22 confirmações formais até agora. Rio de Janeiro e Rondônia recusaram a proposta, conforme apuração do R7, que acompanhou o balanço inicial.
Outros estados seguem em negociação, com participação do Ministério da Fazenda. O objetivo é ampliar a queda de preço com retirada de tributos federais, zerando PIS/Cofins e mantendo subsídio adicional de R$ 1,20 por litro.
O Distrito Federal integra o grupo que já aceitou, segundo fontes do ministério. Ainda existem dúvidas sobre a inclusão da capital no plano de controle de preços, mas há confirmação de aceite parcial, conforme acompanhamento público.
Avanço nas negociações
Alckmin destacou que o governo trabalha para minimizar impactos da guerra de preços no combustível. A estratégia envolve dividir a redução entre estado e União, somando esforços para conter altas no preço final.
A coordenação permanece sob negociação entre governadores e o Ministério da Fazenda. A expectativa é consolidar um acordo nacional com apoio expressivo, reduzindo o custo para motoristas e empresas.
A comunicação oficial enfatiza que a retirada de tributos federais já ocorreu, e a implementação depende da adesão dos estados remanescentes. A prioridade é manter o abastecimento de combustíveis em território nacional.
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