- Em janeiro de 2026, a arrecadação com a taxa das blusinhas ficou em R$ 425,3 milhões, com 15,5 milhões de remessas internacionais registradas.
- O valor teve alta de 24,75% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram arrecadados R$ 340,9 milhões e houve 11,35 milhões de encomendas.
- A arrecadação federal total no mês chegou a R$ 325,7 bilhões, com o crescimento da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) puxando o resultado em 49,05%.
- O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que a taxa das blusinhas é tema sensível e que merece debate para evitar equívocos e riscos à economia.
- A cobrança ocorre na chegada do produto ao Brasil, dentro do Remessa Conforme, que estabelece: até US$ 50, Imposto de Importação (II) de 20% mais ICMS de 17%; acima de US$ 50, II de 60% mais ICMS de 17%; sites não participantes seguem a regra geral de 60% de II mais 17% de ICMS.
A arrecadação da chamada “taxa das blusinhas” em janeiro de 2026 subiu 24,75% em relação ao mesmo mês de 2025, segundo a Receita Federal. O valor chegou a R$ 425,3 milhões, com 15,5 milhões de remessas internacionais registradas.
Em janeiro de 2025, a arrecadação com a taxa somou R$ 340,9 milhões, para 11,35 milhões de encomendas. O total de receitas federais no mês alcançou R$ 325,7 bilhões, segundo dados divulgados pela Receita Federal.
A cobrança ocorre na chegada do produto ao Brasil, antes da entrega ao consumidor, como parte do programa Remessa Conforme. A taxa visa combater a sonegação em compras internacionais e segue as regras vigentes desde 2023.
Estrutura da cobrança
Entre as faixas da taxa, compras até US$ 50 pagam 20% de Imposto de Importação mais 17% de ICMS, enquanto compras acima de US$ 50 pagam 60% de Imposto de Importação mais 17% de ICMS. Sites não participantes seguem a regra geral.
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