- Copa do Mundo de 2026 é apontada como ponto de virada para o mercado de apostas no Brasil, segundo João Pedro Ferraz, diretor jurídico da Stake, em evento durante o BiS SiGMA 2026.
- Ferraz diz que o desempenho das operadoras no torneio pode fortalecer o setor regulado e aproximar a realidade pré e pós-regulamentação.
- O executivo ressalta que um bom desempenho das plataformas na final de 2026 pode ajudar as empresas a se firmarem no mercado nacional.
- A regulamentação das bets entrou em vigor em janeiro de 2025 e as empresas pagaram quase R$ 10 bilhões em impostos em 2025.
- Ferraz aponta a necessidade de combater o jogo ilegal, que ainda atrai mais de 50% dos jogadores, segundo afirma.
O setor de apostas no Brasil pode passar por um ponto de virada com a Copa do Mundo de 2026. O diretor jurídico e de compliance da Stake, João Pedro Ferraz, afirmou em entrevista ao podcast do Poder360 durante o BiS SiGMA 2026 que o desempenho das operadoras neste torneio pode influenciar o mercado regulado no país.
Ferraz destacou que a competição ajuda a medir a qualidade dos serviços prestados por plataformas de apostas em grande escala. Segundo ele, um bom desempenho na final de 2026 pode firmar as empresas no mercado nacional e demonstrar capacidade operacional e de segurança.
Regulação das bets
O executivo avaliou que a regulamentação, válida desde janeiro de 2025, tem sido bem-sucedida, citando que as operadoras pagaram quase 10 bilhões de reais em impostos em 2025. Ainda assim, ele aponta a necessidade de reduzir o jogo ilegal, que, segundo ele, atrai parte dos jogadores.
Bis Sigma South America
O BiS SiGMA é o principal encontro de iGaming, bettech e apostas esportivas no Brasil. Realizado de 6 a 9 de abril de 2026, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, reúne mais de 50 painéis e 250 painelistas. O objetivo é promover o diálogo sobre regulamentação, combate à ilegalidade e o possível retorno dos cassinos físicos.
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