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Dólar cai a R$5,09 e Ibovespa avança 2% com trégua EUA-Irã

Dólar cai para R$ 5,09 e Ibovespa avança cerca de 2% após trégua EUA-Irã, com petróleo em queda e melhoria do apetite por risco global

Perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz derruba petróleo em mais de 15% e impulsiona a renda variável
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  • Dólar comercial cai para R$ 5,090 nesta quarta-feira, após acordo entre EUA e Irã.
  • Ibovespa avança 1,94%, aos 191.914 pontos, com otimismo global.
  • Governo dos EUA e Irã concordam com trégua de duas semanas, facilitando a passagem pelo Estreito de Ormuz.
  • Brent recua quase 16%, conforme a notícia reduz o risco de interrupção do abastecimento global.
  • principais índices norte-americanos sobem: Dow Jones +2,80%, S&P 500 +2,36% e Nasdaq +2,84%.

O dólar caiu com força nesta quarta-feira (8), em meio a sinais de trégua entre EUA e Irã, impulsionando o Ibovespa e ativos de emergentes. O recuo da moeda norte-americana ocorreu junto com o avanço do índice brasileiro, que reagiu ao otimismo global.

O acordo de duas semanas entre Washington e Teerã foi anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após mediação do Paquistão. A trégua depende de ações para reabrir o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo.

No Brasil, o Ibovespa opera com alta de quase 2% pela manhã, aos 191.914 pontos, enquanto o dólar comercial recuava para cerca de 5,09 reais. O viés global positivo ajudou a manter o ritmo de recuperação entre ações e moedas emergentes.

Mercado e impactos

Os preços do petróleo recuaram com a sinalização de cessar-fogo, o Brent caiu quase 16% na sessão, para US$ 91,97 o barril. Os investidores aguardam desdobramentos sobre a duração do acordo.

Principais índices americanos também apresentaram fortaleza: Dow Jones sobe cerca de 2,8%, S&P 500 avança 2,36% e Nasdaq ganha 2,84%. O movimento contrasta com as perdas recentes induzidas por tensões regionais.

Analistas destacam que, apesar do alívio, persiste incerteza sobre a durabilidade do cessar-fogo e os impactos econômicos já provocados pelas hostilidades. A recuperação de ativos depende de próximos passos entre as partes.

A leitura de longo prazo envolve a possibilidade de continuidade do apetite por risco, com fluxos em mercados emergentes sustentados por menor volatilidade e juros estáveis nos principais polos globais.

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