- O governo pretende implementar o E32 ainda no 1º semestre, aumentando a mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%.
- A afirmação foi feita pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, no Latam Energy Week 2026, no Rio de janeiro, em 8 de abril de 2026.
- A medida faz parte de uma estratégia para ampliar a autossuficiência energética do Brasil diante da instabilidade global e de conflitos internacionais.
- O governo também estuda chegar a E35, com até 35% de etanol, e tem adotado medidas emergenciais como redução de impostos e subsídios para evitar repasses ao consumidor.
- Silveira ressaltou que o Brasil busca posição estratégica ao combinar produção de petróleo com fontes renováveis e valorização de terras raras para a autossuficiência nacional.
O governo quer avançar ainda no 1º semestre com a adoção do E32, aumentando a mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%. A informação foi anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante a Latam Energy Week 2026, no Rio de Janeiro.
Silveira destacou que a medida faz parte de uma estratégia para ampliar a autossuficiência energética do Brasil diante de um cenário global instável. Ele afirmou que o objetivo é tornar o país mais independente em biocombustíveis.
A ideia é proteger o consumo de combustíveis diante de conflitos internacionais que elevam preços. O governo também mira elevar a mistura para até 35% com o E35, conforme planos futuros.
Contexto
Segundo o ministro, medidas emergenciais têm sido adotadas para conter impactos da volatilidade internacional, incluindo redução de impostos e subsídios para evitar repasses aos consumidores.
Silveira ressaltou que o Brasil, com matriz energética diversificada, deve manter estratégias de autossuficiência. Ele vê a política de biocombustíveis como posição estratégica no cenário global.
Perspectivas estratégicas
O ministro reforçou a visão de reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fortalecer a autonomia energética. Também mencionou a importância de valorizar terras raras, para ampliar a produção nacional de componentes estratégicos.
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