- Governo federal estuda liberar R$ 7 bilhões do FGTS para reduzir o endividamento de famílias, beneficiando até 10 milhões de trabalhadores.
- Além disso, está em análise destinar outros R$ 10 bilhões do FGTS para quitarem ou renegociarem dívidas no cartão de crédito.
- Serão criadas duas medidas provisórias que entram em vigor a partir da publicação, com foco em reduzir o valor das parcelas.
- A Caixa Econômica Federal segue orientação do conselho curador do FGTS para definir a liberação e viabilizar a medida sem comprometer o fundo.
- Entre as possibilidades, estão recursos retidos de saque-aniversário e o uso do FGTS como garantia para empréstimos, o que poderia reduzir juros; anúncio oficial esperado para a próxima semana.
O governo federal avalia liberar 7 bilhões de reais do FGTS para reduzir o endividamento das famílias. A medida pode beneficiar cerca de 10 milhões de trabalhadores e integra um pacote para conter o crescimento das dívidas no país.
Além desses recursos, está em estudo destinar mais 10 bilhões do FGTS para trabalhadores endividados no cartão de crédito. Serão criadas duas medidas provisórias que entram em vigor na publicação.
A ideia é permitir que os recursos sejam usados na quitação ou renegociação de dívidas, com foco na redução do valor das parcelas. A Caixa Federal segue orientações do conselho curador para definir a liberação.
Nos bastidores, a equipe econômica discute formas de viabilizar a medida sem comprometer o FGTS, cuja função principal é a casa própria. Uma das opções envolve valores retidos de saque-aniversário.
Também está em análise usar o FGTS como garantia para empréstimos, o que poderia reduzir taxas de juros e facilitar o acesso ao crédito. O anúncio oficial deve ocorrer na próxima semana, segundo a Casa Civil.
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