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OCDE: Ajuda internacional a países em desenvolvimento cai 23% em 2025

OCDE: ajuda ao desenvolvimento cai 23,1% em 2025 para US$ 174,3 bilhões; EUA respondem por 75% do recuo, Alemanha passa a maior doadora

Responsável por centro de atenção primária falando com mães que amamentam em Tudun Gambo, estado de Bauchi, na Nigéria, em 8 de maio de 2025
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  • A assistência ao desenvolvimento de países ricos para os pobres caiu 23,1% em 2025, somando US$ 174,3 bilhões.
  • Foi a maior redução anual já registrada pela OCDE.
  • 26 dos 34 países membros reduziram a ajuda, principalmente por pressões políticas e fiscais internas.
  • Os Estados Unidos foram responsáveis por 75% da queda.
  • A queda fez a Alemanha se tornar o maior doador externo pela primeira vez, com França, Reino Unido e Japão também reduzindo.

A assistência ao desenvolvimento oferecida pelos países mais ricos aos but no momento mais pobres caiu 23,1% em 2025, chegando a US$ 174,3 bilhões. Os dados são da OCDE e refletem a maior redução anual já registrada no fluxo de ajuda externa.

Do total, 26 dos 34 membros da OCDE viram queda na assistência entre 2024 e 2025, com queda relacionada a pressões políticas e fiscais internas. O comitê de Assistência ao Desenvolvimento acompanha esse fluxo, medindo a ajuda governamental destinada a apoiar o desenvolvimento econômico.

Os Estados Unidos foram responsáveis por 75% do recuo, sinalizando uma retração expressiva naquilo que historicamente é um dos maiores doadores. Com o declínio, a Alemanha passou a ser o maior provedor de ODA, pela primeira vez, seguido por França, Reino Unido e Japão, que também reduziram seus aportes.

O relatório aponta que os dados provisórios medem a assistência ao desenvolvimento no exterior (ODA), destinada a apoiar o bem‑estar e o crescimento econômico de países mais pobres. A OCDE ressalta que a mudança de patamar reflete decisões orçamentárias e prioridades internas dos membros.

Impactos e próximos passos

A OCDE não detalha hereges consequências específicas para países receptores, mas destaca que reduções significativas na ODA podem afetar programas de educação, saúde e infraestrutura. Especialistas avaliam que o ritmo de recuperação dependerá de novas medidas de financiamento internacional.

Entre os fatores que pesam na queda estão ajustes fiscais, pressões inflacionárias e reavaliação de compromissos de cooperação internacional. Observa-se, ainda, que a tendência pode variar conforme prioridades nacionais de cada país e conjunturas políticas.

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