- O Centro de Formação em Economia do Mar Baía de Guanabara será sediado no Hangar Náutico da UFRJ, na Ilha do Fundão, e será apresentado por Movimento Baía Viva, Nides/UFRJ e Petrobras.
- O espaço oferecerá cursos gratuitos para moradores da Baía de Guanabara e cidades vizinhas, com até dez cursos e oficinas até 2028 e certificação da UFRJ.
- O Hangar terá alojamento para trinta pessoas e, em quatro ou cinco meses, capacidade para cento e vinte alunos por turno, com refeitório, cozinha e três salas grandes.
- Entre os cursos está o Aprendiz da Carpintaria Naval Artesanal, voltado à comunidade pesqueira, para aprender a construir e reformar embarcações.
- O projeto prevê diagnóstico participativo para mapear políticas públicas, iniciativas da sociedade civil e projetos já existentes nos sete municípios, visando um Arranjo Produtivo Local Sustentável na Baía de Guanabara.
O Hangar Náutico da UFRJ, na Ilha do Fundão, será o espaço do novo Centro de Formação em Economia do Mar Baía de Guanabara. A ação envolve o Movimento Baía Viva, o Nides/UFRJ e a Petrobras, com anúncio para a próxima sexta-feira (17). O centro oferecerá formação gratuita para moradores da Baía de Guanabara e de cidades da região.
O projeto foi criado para atender comunidades vulneráveis socioeconômicas e ambientais, incluindo pescadores, povos tradicionais e comunidades quilombolas. A iniciativa faz parte de um movimento que defende a implantação de uma Universidade do Mar no país.
O ecologista Sérgio Ricardo Lima, cofundador do Movimento Baía Viva, coordena o centro. Ele destaca que, desde 2018, houve forte mobilização e apoio institucional de diversas universidades e institutos de pesquisa no Rio de Janeiro.
Apoios e apoio institucional
Entre as instituições que deram cartas de apoio estão UFRJ, UFF, Uerj, UFRRJ e Fiocruz, além de pesquisadores de saúde, geologia, antropologia e ciências ambientais. A Petrobras reabriu edital socioambiental, facilitando a seleção do projeto.
Estrutura e cursos
O centro funcionará no Hangar e oferecerá, ainda neste semestre, cursos e oficinas gratuitos em inovação social e tecnológica até 2028. O hangar receberá alojamento para 30 pessoas, com refeitório, cozinha e três salas para 40 alunos cada.
Em quatro ou cinco meses, a capacidade pode chegar a 120 alunos por turno. Ao longo de 2028, serão oferecidos dez cursos com certificação da UFRJ, válida nacionalmente.
Conteúdos previstos
Entre as opções estão Aprendiz da Carpintaria Naval Artesanal, com docentes da universidade e artesãos especializados. O objetivo é fortalecer a formação de pescadores para construir e reformar embarcações, buscando preservar o saber tradicional.
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