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Sula adquire Chandon India, expandindo atuação no mercado indiano

Sula Vineyards compra Domain Chandon India por INR 200 million, encerrando a produção de Chandon no país e expandindo o enoturismo

Sula Chandon India acquisition
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  • Moët Hennessy vendeu Domain Chandon India à Sula Vineyards por INR 200 milhões, transferindo terreno, vinícola e vinhedos para a Sula; a marca permanece com Moët Hennessy.
  • O vinhedo deixará de ser chamado Chandon e a produção local de espumantes Chandon na Índia terminará após a conclusão da operação, com um novo nome a ser divulgado.
  • A aquisição é realizada pela controlada Artisan Spirits Private Limited (ASPL) e deve ser fechada até o fim do primeiro trimestre fiscal de 2027, sujeita a aprovações regulatórias.
  • Sula é a maior produtora de vinhos da Índia, com participação de mercado de cerca de cinquenta por cento e mais de um milhão de caixas produzidas em 2025; o turismo de vinhos é o seu segmento de maior crescimento, com receitas superiores a INR mil milhões.
  • O presidente e CEO da Sula, Rajeev Samant, batizou o projeto como Paradise, destacando planos de ampliar o turismo de vinhos na propriedade, incluindo ampliação da sala de degustação e expansão de ofertas relacionadas.

Moët Hennessy vendeu Domain Chandon India, estate de espumante premium, após mais de uma década de atuação no Nashik, Maharashtra. O negócio transfere terra, vinícola, prédio e vinhedos para a Sula Vineyards; a marca permanece com a vendedora. A transação contempla apenas ativos físicos, sem marcas ou acordos de engarrafamento.

A Sula, maior produtora de vinho da Índia, detém cerca de metade do mercado nacional e produz mais de 1 milhão de caixas por ano. Com a conclusão da aquisição, o complexos de Chandon deixará de ser utilizado sob o nome atual. A partir da conclusão do acordo, a propriedade deverá adotar um novo nome ainda não divulgado.

Detalhes da operação

O acordo é intermediado pela Sula por meio de sua subsidiária integral Artisan Spirits Private Limited (ASPL). A empresa informou aos investidores que a transação deve ser encerrada até o fim do 1º trimestre fiscal de 2027, sujeito às aprovações regulatórias. Moët Hennessy confirmou a negociação, mas não detalhou a motivação estratégica do desligamento.

Sobre o que muda na operação

A produção de espumantes Chandon na Índia será encerrada após a transição, com a mudança centrada no ativo imobiliário. A Sula terá acesso ao terreno, à vinícola e aos vinhedos, sem alterações no portfólio de marcas existente da Moët Hennessy. O anúncio descreve a aquisição como um passo estratégico para a expansão da presença de Sula no turismo vínico.

Project Paradise e turismo vínico

O empresário Rajeev Samant, fundador e CEO da Sula, destacou que a aquisição reforça a visão de transformar o local em um polo de turismo de vinhos. Samant mencionou planos para ampliar a área de visitação, mantendo a arquitetura e a qualidade da produção. O projeto é chamado internally de Project Paradise.

A Sula já gerencia três resorts de alto padrão em Nashik e vários espaços de degustação e restaurantes temáticos. A empresa recebe cerca de 330 mil visitantes por ano, consolidando-se como referência em enoturismo no país.

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